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PCP recusa "responder a crises políticas criadas artificialmente"

Partido esteve, esta quarta-feira, reunido com o primeiro-ministro, em São Bento, para discutir o próximo Orçamento de Estado.

PCP recusa "responder a crises políticas criadas artificialmente"

O PCP esteve, esta quarta-feira, reunido com o primeiro-ministro António Costa, em São Bento, para discutir o Orçamento de Estado 2021 (OE2021).

Após o encontro, o líder parlamentar do partido, João Oliveira recusou a ideia de existir uma crise política, entre o Governo e os restantes partidos de Esquerda.

"O PCP intervém na discussão sobre o Orçamento de Estado 2021 para responder aos problemas económicos e sociais que atingem os trabalhadores, o povo e país e não para responder a crises políticas criadas artificialmente", atirou logo no início da intervenção, feita a partir do Parlamento.

Contudo, salientou o deputado, o PCP exige que o OE2021 tenha "uma resposta tão ampla e profunda quanto a amplitude dos problemas nacionais que enfrentamos".

"Não é difícil reconhecer que a situação económica e social do país, que enquadra no OE2021, é substancialmente diferente para pior daquela que enquadrou os orçamentos dos últimos anos. O PCP exige, por isso, uma resposta com opções políticas claras e decididas em função das soluções que verdadeiramente dão resposta aos problemas nacionais e não em função de critérios impostos ao país pela União Europeia e grupos económicos", esclareceu.

Assim sendo, garante João Oliveira, "a avaliação e o posicionamento do PCP sobre a proposta do OE2021 serão determinados em função da sua correspondência com essa resposta".

Antes de terminar a intervenção, o parlamentar comunista registou ainda que "a resposta aos problemas do país não pode ficar à espera do próximo OE2021 e vai muito além dele", e enumerou alguns exemplos de decisões que "devem ser considerados e discutidos com urgência, mesmo à margem do OE2021", como "o aumento geral dos salários, o aumento do salário mínimo nacional, a revogação das normas gravosas da legislação laboral, o combate à precariedade do trabalho".

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