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"O Estado é mau gestor. E a Aliança vem para lutar contra isso"

Pedro Santana Lopes defende que o Estado não deve estar “em praticamente nenhuma empresa pública porque quase todas elas são deficitárias”.

"O Estado é mau gestor. E a Aliança vem para lutar contra isso"
Notícias ao Minuto

23:14 - 11/02/19 por Natacha Nunes Costa 

Política Santana Lopes

Pedro Santana Lopes acusou, esta segunda-feira, durante uma entrevista guiada pelo jornalista Pedro Pinto e por Miguel Sousa Tavares, o Estado de ser “um mau gestor por regra” e garantiu que a Aliança é a melhor alternativa política.

“Hoje em dia estamos numa situação em que tudo aquilo que os portugueses precisam, nomeadamente os mais carenciados, demora anos, ou demora meses. É um problema de gestão do Estado. O Estado é mau gestor por regra. E a Aliança vem para lutar contra isso também, ou seja, para lutar sem limitações, sem politicamente corretos”, começou por explicar o ex-social-democrata.

O antigo primeiro-ministro defendeu ainda que “o Estado não pode sustentar empresas de transportes deficitárias, não pode sustentar passes sociais grátis para todos, não pode continuar a despejar dinheiro em cima de défices crónicos” e garante que a melhor solução era concessionar ou privatizar a maioria das empresas públicas.

“Em praticamente nenhuma empresa pública o Estado deve estar presente porque quase todas elas são deficitárias. Deve concessionar ou privatizar”, atira.

Quanto ao Sistema Nacional de Saúde (SNS), tal como já tinha defendido anteriormente, Santana Lopes defende o sistema de seguros de saúde obrigatório.

“O Sistema Nacional de Saúde assim não dá. Os mais pobres vão lá bater à porta e esperam um ou dois anos. É uma tragédia. Aqueles que podem ir aos hospitais privados têm escapatória. Os que não podem ir ao setor privado, não têm. Há muita preguiça em Portugal, muita indolência no estudo dos modelos comparáveis. Se compararmos com vários modelos que existem da Europa Ocidental, a obrigatoriedade do seguro de saúde é quase generalizada”, frisa.

Já quanto a ter dividido a Direita, ao criar um novo partido, e ajudar a dar, com esta iniciativa, a maioria absoluta nas próximas legislativas a António Costa, Santana Lopes desvaloriza.

“Não, para já essa hipótese está cada vez mais longe [de António Costa ter a maioria absoluta] e, se fosse por aí, os sistemas partidários estavam sempre fechados, ou seja, não pode haver novas forças políticas”, conclui.

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