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"Não seria elegante" comentar crise no PSD. A sua preocupação "é o CDS"

A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, recusou hoje comentar a crise de liderança do PSD, considerando que "não seria elegante", e sublinhou que o seu foco está no partido que lidera.

"Não seria elegante" comentar crise no PSD. A sua preocupação "é o CDS"
Notícias ao Minuto

14:21 - 11/01/19 por Lusa

Política Assunção Cristas

"Eu não faço nenhum comentário sobre questões internas de nenhum partido político, muito menos de um partido amigo, que tem uma história com o CDS, e que certamente, no futuro, também poderá vir a ter", começou por dizer Cristas aos jornalistas.

A líder do CDS-PP falava à margem do segundo dia da primeira Convenção da Europa e da Liberdade, organizada pelo Movimento Europa e Liberdade (MEL), e que decorreu esta manhã em Lisboa.

"Eu sou líder do CDS, a minha preocupação tem de ser com o CDS", destacou, assinalando que "cada um tratará das suas questões".

Lembrando já ter convivido com Pedro Passos Coelho, e agora com Rui Rio enquanto presidentes do PSD, Cristas apontou que "certamente" a preocupação dos dois partidos é "ser o melhor para o país".

"E o melhor para o país, no nosso entender, é trabalhar para contribuir mais ativamente e mais significativamente para 116 deputados no espaço político de centro-direita. Essa é a minha preocupação, é aumentar a contribuição do CDS para uma mudança, para uma verdadeira alternativa política", advogou.

Por isso, é esse o foco do CDS neste momento.

"É aí que eu tenho de estar focada. Naturalmente não posso estar focada, nem é sequer meu dever, nem seria elegante, estar a olhar para aquilo que se passa nos partidos que estão à nossa volta", considerou.

Questionada sobre mudanças na estratégia adotada pelo CDS, quando se disputam eleições legislativas em outubro, a presidente do CDS salientou que as linha do partido está "definida desde 2016".

"O CDS tem a sua estratégia definida, ela continuará a ser a mesmo independentemente daquilo que sejam possíveis mudanças noutros partidos", afirmou, rejeitando a possibilidade de integrar um bloco central.

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