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Acordo de concertação "deitou por terra dogma" da Troika do PSD e do CDS

Fernando Medina considera que este acordo conseguido pelo Governo "concentra-se na redução da precariedade e promoção da contratação coletiva”.

Acordo de concertação "deitou por terra dogma" da Troika do PSD e do CDS
Notícias ao Minuto

23:37 - 19/06/18 por Tiago Miguel Simões

Política Concertação Social

No seu habitual espaço de opinião, na TVI24, Fernando Medina debruçou-se sobre o acordo de concertação social, uma matéria que considerou “sensível”. 

O presidente da Câmara de Lisboa considera que o acordo na concertação social com a UGT e com as confederações patronais “tem um grande valor” pelo facto de ser ter conseguido um entendimento numa matéria “delicada” e “conflitual”.

O comentador afirmou que um dos pontos positivos do acordo é o facto de “deitar por terra” dois grandes dogmas que havia sobre a competitividade da economia portuguesa.

“O primeiro dogma é que nós, para criarmos emprego, precisavam nos de flexibilizar e liberalizar os despedimentos. No fundo, o que era preciso fazer para a economia ser competitiva era arranjar forma de nos contratos sem termo ser mais fácil despedir. Este foi o dogma da Troika, um dogma muito presente em instituições como o FMI e abraçado com profunda convicção por PSD e CDS, que ainda hoje, aliás, dizem que os méritos que temos no mercado de emprego se deveram a essa liberalização”, explicou. 

Depois do ‘ataque’ à Direita, Medina partiu para o segundo dogma a cair com as assinaturas a enfeitarem o acordo. “O segundo dogma que este acordo deita por terra é o dogma de que a negociação coletiva é má, é preciso é individualizar as relações de trabalho . Isto é, que comissões de trabalhadores, sindicatos, toda a negociação que aí decorra é negativa, o que interessa é fragilizar para que cada um negoceie com o seu empregador as condições. Ora, isto coloca os trabalhadores em muito maior condição de fragilidade”, disse, afirmando que “este acordo concentra-se na redução da precariedade e promoção da contratação coletiva”. 

O ‘não’ da CGTP, do BE e do PCP tem, na opinião de Medina, uma dimensão de desvalorização de um acordo em concertação social.

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