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Secil doou 350 toneladas de cimento a municípios afetados pelos incêndios

A Secil decidiu doar 350 toneladas de cimento a 24 municípios da região centro do país, para ajudar na recuperação das comunidades mais afetadas pelos incêndios, revelou hoje a empresa cimenteira.

Secil doou 350 toneladas de cimento a municípios afetados pelos incêndios
Notícias ao Minuto

14:51 - 06/12/17 por Lusa

País Solidariedade

"A Secil, empresa cimenteira portuguesa, decidiu proativamente doar 350 toneladas de cimento para auxilio às vítimas dos violentos incêndios deste verão, que serão distribuídas à população através das câmaras municipais dos concelhos mais atingidos", refere um comunicado da empresa.

"O cimento é um bem essencial à segurança, conforto e património das populações e, em caso de calamidade, essa necessidade é ainda mais evidente. Com centenas de habitações, instalações agrícolas, equipamentos públicos e edifícios industriais para recuperar, a empresa decidiu intervir, fornecendo o seu produto", justifica o documento.

A Secil adianta ainda que já informou os presidentes dos 24 municípios de que os "8.800 sacos de 40 quilogramas de cimento" se encontram disponíveis para levantamento, em quantidades predefinidas para cada uma das autarquias.

Segundo a empresa cimenteira, as Câmaras Municipais de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra, Alcobaça, Marinha Grande e Mação podem fazer o levantamento na fábrica Maceira-Liz (Leiria).

Os outros 18 municípios, Oliveira de Frades, Vouzela, Tondela, Mangualde, Nelas, Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, Arganil, Tábua, Carregal do Sal, Santa Comba Dão, Mortágua, Penacova, Vila Nova de Poiares, Góis, Pampilhosa da Serra e Lousã, podem fazer o levantamento do cimento doado no Entreposto Ferroviário de Mangualde.

Os incêndios que deflagraram na zona de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, e Góis, distrito de Coimbra, a 17 de junho, provocaram 66 mortos: a contabilização oficial assinalou 64 vítimas mortais, mas houve ainda registo de uma mulher que morreu atropelada ao fugir das chamas e uma outra que estava internada desde então, em Coimbra, e morreu em novembro.

Do incêndio resultaram ainda mais de 250 feridos e cerca de 500 milhões de euros de prejuízos, tendo sido extinto apenas uma semana depois.

Já as centenas de incêndios que deflagraram no dia 15 de outubro, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram 45 mortos e dezenas de feridos. Esta foi a segunda situação mais grave de incêndios com mortos em Portugal, depois de Pedrógão Grande.

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

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