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Autoridade abre inquérito após morte de manobrador de grua

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) abriu hoje um inquérito e começou já as averiguações no local onde ocorreu o acidente que vitimou mortalmente um manobrador de grua, em Lisboa, disse à Lusa fonte daquele serviço.

Autoridade abre inquérito após morte de manobrador de grua
Notícias ao Minuto

21:58 - 15/06/16 por Lusa

País ACT

A fonte referiu que no local do acidente, na avenida Duque de Loulé, estiveram dois inspetores de trabalho, que deram início às averiguações.

Não foram adiantadas causas prováveis da ocorrência, aguardando-se a conclusão do inquérito da ACT.

A ACT é um serviço do Estado que visa a promoção da melhoria das condições de trabalho em todo o território continental através do controlo do cumprimento do normativo laboral no âmbito das relações laborais privadas e pela promoção da segurança e saúde no trabalho em todos os setores de atividade privados.

O manobrador da grua que caiu hoje na Avenida Duque de Loulé, Lisboa, acabou por morrer no Hospital de São José, para onde tinha sido transportado, revelou à Lusa fonte hospitalar.

"O doente entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar das manobras de reanimação, foi declarado o óbito às 18:15", referiu fonte oficial do Centro Hospitalar de Lisboa Central, do qual faz parte o Hospital de São José.

O homem, de 37 anos, tinha dado entrada naquela unidade hospitalar pelas 17:20 em estado considerado grave.

O braço de uma grua, que incluía uma cabine onde estava o manobrador, soltou-se hoje na Avenida Duque de Loulé. O alerta foi dado pelas 15:50, tendo acorrido ao local elementos e veículos do Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB), da PSP e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

De acordo com fonte da Proteção Civil, presente no local, o braço da grua caiu sobre os números 42 e 44 da Rua Camilo Castelo Branco (perpendicular à Avenida Duque de Loulé), dois prédios de escritórios devolutos, mas o acidente obrigou à evacuação do número 46, de onde foram retirados 300 trabalhadores da EDP.

Além disso, "todos os edifícios em redor foram evacuados".

O trânsito na zona esteve condicionado durante a tarde.

No local estiveram também técnicos da Câmara Municipal de Lisboa para fiscalizar a obra.

Segundo a Proteção Civil, "o braço e a grua têm que ser desmantelados".

O trânsito irá permanecer cortado na Rua Camilo Castelo Branco enquanto decorrerem os trabalhos de remoção.

A Proteção Civil conta que esteja tudo normalizado na quinta-feira de manhã.

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