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Plano de rescisões de autarquias com pouca adesão

A autarquia de Lisboa deverá gastar 1,9 milhões de euros em indemnizações.

Plano de rescisões de autarquias com pouca adesão

O programa de rescisões amigáveis nas autarquias terminou em junho, mas não teve grande adesão. O Diário Económico apurou que certas câmaras nem registaram pedidos e outras recusaram a cessação do contrato alegando falta de pessoal.

Este programa arrancou em outubro do ano passado e tinha como objetivo a redução de trabalhadores no Estado, sendo que foi um compromisso assinado entre o Governo e a troika.

A maior câmara do país, a de Lisboa, com 7.703 trabalhadores, recebeu 50 pedidos para rescindir e aprovou 46.

Os pedidos "foram devidamente avaliados em função das necessidades de gestão de recursos humanos da autarquia", explica fonte da câmara. Dos pedidos aceites, 19 são de técnicos superiores, 13 de assistentes técnicos e 14 de assistentes operacionais.

A câmara gastou com este processo 1.658.540 euros ao aprovar a cessação de 38 funcionários. Mas no total as indemnizações deverão ascender os 1,9 milhões de euros, uma vez que foram aprovados 46 pedidos.

Já em relação à segunda maior autarquia, a de Sintra, onde trabalham cerca de três mil pessoas, foram recebidos 12 pedidos de rescisão, mas foram todos negados por não haver lugar a substituição. Também a câmara da Amadora recusou todas as solicitações de rescisões.

O Diário Económico recolheu dados de 18 autarquias.

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