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"Emails constituem um meio de prova válido de acordo com a lei Suíça"

Rui Pinto voltou ao Twitter para abordar os casos Manchester City FC vs. UEFA e o pedido de demissão do Procurador Geral Suíço. Português foi libertado na semana passada.

"Emails constituem um meio de prova válido de acordo com a lei Suíça"

Rui Pinto voltou ao Twitter para destacar o que considerou ser "um dos pontos positivos da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) no caso Manchester City FC v. UEFA: Os emails constituem um meio de prova válido de acordo com a lei Suíça"

Para o hacker, agora em liberdade, este facto é "bastante pertinente em questões de direito desportivo (por exemplo, corrupção no âmbito de competição desportiva de futebol…)", acrescenta no mesmo tweet. 

De lembrar que o Tribunal acabou por anular a exclusão das competições europeias que a UEFA tinha decretado ao clube inglês. 

Posteriormente, Rui Pinto regressou à rede social para sublinhar "um assunto que tem passado despercebido à generalidade da imprensa Portuguesa". "O Procurador Geral Suíço pediu, em finais de Julho, a demissão na sequência de um escândalo revelado no Football Leaks".

De lembrar que nas primeiras mensagens após a sua libertação, o hacker sublinhou que Portugal continua a ser um "paraíso para a corrupção" e "para o branqueamento de capitais" e que é preciso mudar

"É agora mais do que nunca, que precisamos de união e resiliência. Portugal tem de mudar!", pode ler-se.

O criador da plataforma Football Leaks, e responsável pela investigação que espoletou também o processo Luanda Leaks - que tem Isabel dos Santos como a principal visada -, agradeceu  ainda "a todos aqueles que desde a primeira hora demonstraram o seu apoio e solidariedade". Por fim, Rui Pinto conclui: "Finalmente esta árdua e longa 'travessia do deserto' chegou ao fim".

Rui Pinto encontra-se, neste momento, ao abrigo do programa de proteção de testemunhas. O hacker começa a ser julgado em 4 de setembro por 90 crimes: 68 de acesso indevido, 14 de violação de correspondência, seis de acesso ilegítimo e ainda por sabotagem informática à SAD do Sporting e por tentativa de extorsão ao fundo de investimento Doyen. Estão agendadas, em média, três sessões por semana.

Aníbal Pinto, advogado de Rui Pinto à data dos factos e que será julgado pela tentativa de extorsão (em outubro de 2015) de entre 500 mil euros a um milhão de euros ao fundo de investimento Doyen, é o segundo arguido no processo.

Rui Pinto saiu na passada sexta-feira (7 de agosto) em liberdade, por decisão da juíza Margarida Alves. O Ministério Público opôs-se, porém, à libertação, que foi justificada pela juíza com a "contínua e consistente colaboração" com a Polícia Judiciária e o "sentido crítico" do criador da plataforma Football Leaks.

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