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Equipas de vigilância eletrónica das prisões em greve no final do mês

Trabalhadores das equipas de vigilância eletrónica e dos centros educativos dos Serviços Prisionais vão cumprir uma greve nacional em 28 e 29 deste mês, contra a falta de recursos humanos e de meios técnicos e por progressões na carreira.

Equipas de vigilância eletrónica das prisões em greve no final do mês
Notícias ao Minuto

18:07 - 20/02/20 por Lusa

País Prisões

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais anunciou hoje que esta greve "visa denunciar que persiste e se agoniza a situação precária, nomeadamente em recursos humanos e meios técnicos em que estão a funcionar os serviços de vigilância eletrónica face ao aumento de arguidos com pulseira e os centros educativos, que não garantem expectável de utentes e trabalhadores".

O sindicato denuncia que a ministra da Justiça, na anterior legislatura, "limitou-se a confirmar a existência de problemas e prometeu soluções que nunca cumpriu e agora mantém-se em silêncio e não dialoga com a federação, que aguarda a marcação de uma reunião desde janeiro de 2019".

"Esta federação e os trabalhadores não aceitam que o Governo e a ministra da Justiça continuem com uma visão economicista, negando o que é evidente, pois não basta fazer estudos para concluir que existem problemas. È necessário fazer o investimento público para os resolver e assim melhorar os serviços públicos que são prestados pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e garantir os direitos dos trabalhadores que os desenvolvem", afirma o sindicato.

A estrutura exige o recrutamento de mais trabalhadores de todas as carreiras e categorias existente neste setor, mais meios técnicos e logísticos, negociação para a valorização das carreiras especiais para as tornar atrativas e fixar os trabalhadores, que trabalham em escalas com prejuízo para vida profissional e a abertura de concursos de promoção nas carreiras especiais de técnicos superiores, técnicos profissionais e de reinserção social.

O sindicato afirma que "a falta de diálogo manifestada pela ministra da Justiça indicia a ausência de vontade política, a resolução duradoura dos problemas que afetam estes serviços e determinará inevitavelmente o recurso a novas formas de luta.

"Assim, responsabilizamos desde já o Governo por todas as perturbações que a greve possa causar nos serviços", alerta.

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