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ZERO alerta para "os anos de vida perdidos" devido à má qualidade do ar

Associação considera fundamental que sejam implementadas medidas que promovam os "modos suaves de mobilidade".

ZERO alerta para "os anos de vida perdidos" devido à má qualidade do ar
Notícias ao Minuto

18:19 - 16/10/19 por Notícias Ao Minuto 

País Qualidade do Ar

A ZERO efetuou uma análise dos dados referentes a Portugal divulgados esta quarta-feira num relatório da Agência Europeia do Ambiente. O referido documento, baseado em dados de 2016, estima que no nosso país, por ano, "morram prematuramente 4.900 pessoas devido às elevadas concentrações de partículas finas (PM2.5), 610 devido ao dióxido de azoto (NO2) e 320 devido ao ozono", o que totaliza, "cerca de 5.830 mortes anuais associadas à má qualidade do ar", revela a associação em comunicado enviado às redações.

Para Portugal, estes números "traduzem-se em quase 46 mil anos de vida perdidos associados às partículas finas (PM2.5), 5.700 anos de vida perdidos associados ao dióxido de azoto, e 3.200 anos associados às elevadas concentrações de ozono", acrescentam, explicando que "os anos de vida perdidos são definidos como os anos de vida potencial perdida devido a morte prematura."

Já dados disponibilizados pela Agência Portuguesa do Ambiente mostram que, em 2018, "a estação de monitorização da qualidade do ar da Avenida da Liberdade, em Lisboa, continua a ultrapassar os valores-limite, com uma média anual de dióxido de azoto registada ainda bastante superior ao permitido pela legislação europeia e nacional", sendo que a média é "ainda mais superada no Porto", na estação Francisco Sá Carneiro / Campanhã.

Deste modo, a Associação ZERO considera fundamental que sejam implementadas medidas que promovam "os modos suaves de mobilidade (andar a pé, bicicleta), o transporte público, a mobilidade elétrica, a par de medidas de fiscalidade verde com forte penalização do uso de combustíveis fósseis."

Defendem ainda que as cidades delimitem 'Zonas ZERO' onde, além de transportes públicos e veículos de residentes, "só sejam permitidos veículos com zero emissões locais".

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