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Isabel Wolmar: "Uma mulher extraordinária, talentosa e aventureira"

O presidente da República lamentou hoje a morte da antiga apresentadora da RTP Isabel Wolmar, aos 86 anos, uma "mulher extraordinária, talentosa e aventureira" que estará "sempre presente na memória de todos os portugueses".

Isabel Wolmar: "Uma mulher extraordinária, talentosa e aventureira"

A antiga apresentadora da RTP Isabel Wolmar morreu hoje, aos 86 anos, revelou o seu amigo Júlio Isidro.

"Envio as minhas condolências à família e amigos de Isabel Wolmar, pioneira na rádio e na televisão portuguesa, e para sempre presente na memória de todos os portugueses", afirma Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota disponível no 'site' da Presidência.

"Uma mulher extraordinária, talentosa e aventureira, foi locutora, apresentadora, repórter, produtora, atriz de teatro e cinema, recitou e escreveu poesia, fez dobragens de vozes para desenhos animados, mas tinha também talento para a dança, para o canto, para a gastronomia, até para os ralis de automóveis, tendo sido mesmo uma das primeiras mulheres a alcançar o pódio numa modalidade onde era pouco habitual a presença feminina", apontou o chefe de Estado.

Isabel Wolmar entrou para a RTP em 1961 como locutora e apresentadora, tornando-se posteriormente repórter. Chegou também a apresentar o Telejornal.

Marcelo Rebelo de Sousa recordou que Wolmar "recebeu o prémio Bordalo da Casa da Imprensa para melhor locutora e apresentadora", mas que "também foi reconhecida pelos seus artigos e entrevistas no Jornal de Notícias".

Além disso, "nos últimos anos dedicou-se à poesia e, sobretudo, aos contos infantis, mantendo sempre o contacto com público de todas as gerações. É, aliás, esta presença constante, a par de uma inquebrantável alegria de viver, que fazem de Isabel Wolmar uma mulher admirável e um extraordinário exemplo de multifacetado profissionalismo", rematou o Presidente da República.

"A Isabel Wolmar foi apresentadora do primeiro 'talk show' na televisão portuguesa, 'A minha vida dava um filme'. O fim chegou, apesar de tudo, um 'happy end' para quem viveu tanto e fez tanto na música, no teatro, cinema, publicidade, rádio e televisão. Fico à espera dos textos para ler as últimas histórias que escreveste para crianças. Até já", lê-se na publicação de Júlio Isidro na rede social Facebook.

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