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Berardo agora "faz-se de vítima". “Foi ele que se colocou a jeito”

Em causa está a carta de Joe Berardo, que não gostou das críticas e questões de que foi alvo no Parlamento.

Berardo agora "faz-se de vítima". “Foi ele que se colocou a jeito”

A missiva que Joe Berardo endereçou a Ferro Rodrigues e aos deputados da Assembleia da República não escapou ao comentário de Marques Mendes.

Recorde-se que o empresário foi notícia após ter sido chamado a uma comissão de inquérito parlamentar à CGD. Algumas das suas declarações e o tom das suas intervenções estiveram em destaque, não necessariamente pelas melhores razões Foram alvo críticas na imprensa e no espaço de comentário mas também de sátira. Posteriormente, Berardo queixou-se na carta pela forma como foi tratado.

Antes de dar a sua opinião no seu espaço de comentário semanal na antena da SIC, Marques Mendes fez uma declaração de interesses, “para ficar tudo claro e transparente”: “eu faço parto de um escritório que patrocina processos contra Joe Berardo”, realçou.

“Posto isto”, prosseguiu, “acho essa carta de Joe Berardo inacreditável. Ele a queixar-se das críticas de que foi alvo” quando, no entender do comentador, “foi ele que se colocou a jeito”.

Quando foi ao Parlamento teve um comportamento inadmissível, esteve a gozar com o pagode. Foi de um desplante e de um descaramento sem limites. De que é que estava à espera depois? De ser elogiado?”, atirou.

Para Marques Mendes, Berardo “está-se agora a fazer de vítima”, isto quando “as vítimas deste processo “são os portugueses, os contribuintes, e os bancos, porque ele não pagou as dívidas”.

Portanto escusa de se fazer de vítima, que isso é manobra de diversão”, concluiu.

O antigo líder social-democrata diz ainda que “esta carta mostra que Joe Berardo está desesperado”. Mas, mais do que isso, “Berardo ainda não percebeu o filme do que está a acontecer: os tempos mudaram. Há uns anos, ele fazia uns números de circo em frente a televisão, o país ria-se, e era visto como um herói. Agora resolveu ir ao Parlamento fazer o mesmo número de circo, só que os tempos mudaram, e as pessoas agora já não se divertem com aquilo”.

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