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Londres abre investigação a 14 mortes que podem estar ligadas à Rússia

Relatório diz que 14 pessoas foram assassinadas no Reino Unido, alegadamente por serviços de segurança russos ou por grupos ligados à máfia. Em plena tensão entre Moscovo e Londres, no âmbito do caso do ex-espião Serguei Skripal, Amber Rudd anunciou a abertura de uma nova investigação com o objetivo de perceber o envolvimento russo no país.

Londres abre investigação a 14 mortes que podem estar ligadas à Rússia
Notícias ao Minuto

12:25 - 13/03/18 por Pedro Bastos Reis

Mundo Amber Rudd

A secretária de Estado dos Assuntos Internos do Reino Unido, Amber Rudd, anunciou esta terça-feira que as autoridades britânicas vão investigar 14 mortes no país que poderão ter ligação à Rússia, noticia o The Guardian.

Esta decisão surge depois de ter sido revelada a existência de um relatório que levanta a suspeita relativamente à possibilidade de 14 pessoas terem sido assassinadas em solo britânico, mortes estas atribuídas a serviços de segurança russos ou à máfia.

A deputada do Partido Trabalhista (Labour) Yvetter Cooper pediu que a investigação a estas mortes fosse reaberta e Amber Rudd atendeu ao pedido. A investigação está a cargo da polícia britânica e do MI5, os serviços secretos do Reino Unido.

Ao anunciar o inquérito, Amber Rudd disse que não pretende que se perca o foco na atual resposta ao ataque com um gás nervoso em Salisbury. O ex-espião russo Serguei Skripal, de 66 anos, a viver no Reino Unido desde 2010 depois de uma troca de espiões com Moscovo, e a sua filha Yulia, de 33 anos, foram encontrados inconscientes no passado dia 4 de março, depois de terem estado em contacto com o gás nervoso.

Na passada segunda-feira, a primeira-ministra britânica discursou no parlamento britânico e disse que “é muito provável” que a Rússia esteja envolvida no envenenamento. Por esse motivo, exigiu uma resposta a Moscovo.

Esta terça-feira, o chefe da diplomacia russa disse que o país “está inocente” e manifestou disponibilidade para colaborar com Londres. Serguei Lavrov pediu ainda acesso à substância que deixou Serguei Skripal e a sua filha em estado grave. 

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