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  • 29 SETEMBRO 2022
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Vídeo. Habitantes de Mariupol recorrem a poças para beber água

A cidade portuária continua com problemas no abastecimento de água potável.

Os residentes de Mariupol continuam a viver uma situação complicada, tanto no que diz respeito à ocupação das tropas russas na cidade, como ao acesso às condições de saneamento.

Uma das responsáveis ucranianas do Centro de Educação e Investigação Anticorrupção (Anti-Corruption Research and Education Centre, ACREC na sigla em inglês), Olena Halushka, partilhou, esta quarta-feira, um vídeo no qual é possível ver como estes civis têm acesso à água.

Nas imagens acima, é possível ver várias pessoas a recolher água de poças.

A situação já tinha sido também abordada pelo porta-voz do ex-autarca ucraniano da cidade portuária, Petro Andriushchenko.

"Mariupol. A beber água. Enquanto as chuvas se poupam. Os cidadãos estão, novamente, a recolher água das chuvas. O distrito continua praticamente isolado de qualquer abastecimento de água", escreveu o responsável numa mensagem partilhada no Telegram, acusando as tropas russas de "fecharem os olhos, e assim parecer que não há nenhum problema".

A questão da eventual contaminação de águas na cidade portuária já foi abordada, com responsáveis a denunciar que muitos residentes chegaram a ficar em quarentena devido à possibilidade de haver surtos de cólera. A existência desta e de outras doenças estará relacionada com a não recolha dos inúmeros cadáveres na cidade.

Assinala-se esta quarta-feira o 126.º da invasão das tropas russas na Ucrânia. Os ataques russos continuam em território ucraniano, tendo um dos mais recentes sido num centro comercial em Kremenchuk. Morreram, pelo menos,  20 civis, e os responsáveis russos disseram que o alvo não seria o estabelecimento, mas sim uma fábrica nos arredores, que, alegadamente, teria armas.

Hoje é também o 2.º dia da cimeira da NATO, que se realiza em Madrid. Na terça-feira, o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, anunciou que a Turquia retirou o veto à Finlândia e Suécia na adesão à Aliança.

Leia Também: Ucrânia pode contar com apoio da NATO "o tempo que for necessário"

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