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AO MINUTO: Metsola vai a Kyiv; Mariupol continua sob ataque

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre o conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

AO MINUTO: Metsola vai a Kyiv; Mariupol continua sob ataque

O presidente russo retaliou contra as várias sanções e condenações ao regime russo, anunciando esta quarta-feira que o gás natural russo terá de ser pago em rublos, sendo que a medida entra em vigor já amanhã.

A notícia surge também numa altura em que a diplomacia tenta um último esforço para atingir um cessar-fogo estável. Os russos diminuíram de tamanho em Kyiv e permitiram um cessar-fogo em Mariupol para serem retirados civis.

No entanto, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, conversou com Vladimir Putin, que lhe disse que ainda "não havia condições" para um cessar-fogo em mais zonas do país.

No mesmo sentido, o secretário-geral da NATO disse, esta quinta-feira, que o recuo das tropas russas não significa que o Kremlin esteja a 'abrandar' a ofensiva, mas sim que o exército se está a concentrar na região separatista de Donbass.

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia:

00h00 - Boa noite. Terminamos por agora a nossa cobertura AO MINUTO sobre a guerra na Ucrânia desta quinta-feira. Voltaremos na manhã de sexta-feira para continuar a acompanhar a situação.

23h58 - Zelensky vincou promessa de guerra curta pelos russos

No seu discurso via Telegram desta noite de quinta-feira, o presidente Volodymyr Zelensky criticou as forças russas, por terem prometido uma vitória rápida. "Eles disseram três ou cinco dias. Pensaram que isto seria suficiente para tomar o nosso estado. E já vão 36, e nós continuamos em pé. Continuaremos a lutar, até ao fim", disse o líder ucraniano, citado pelo The Guardian.

23h55 - Mais de 600 pessoas saíram de Mariupol. Autocarros impedidos de passar

ryna Vereshchuk, vice-primeira-ministra da Ucrânia, revelou que, esta quinta-feira, 1.458 pessoas chegaram a Zaporizhzhia por meios próprios. Destas, 631 eram provenientes de Mariupol e 827 das cidades de Berdiansk, Enerhodar, Melitopol, Polohy, Huliapole e Vasylivka, na região de Zaporizhzhia.

23h46 - EUA anunciam mais sanções contra Moscovo, agora no sector tecnológico

Os EUA anunciaram hoje mais sanções contra a Federação Russa, desta vez contra o setor tecnológico, incluindo o principal fabricante de semicondutores, para garantir a efetiva aplicação daquelas.

23h27 - Russos vão-se reforçar com tropas na Geórgia

A inteligência britânica publicou uma atualização sobre a situação na Ucrânia, dando conta que a Rússia está a reforçar as suas forças com pelo menos 1200 tropas presentes na Geórgia, onde a região da Ossétia do Sul continua ocupada pelo regime russo.

23h06 - Pentágono alerta para um conflito "prolongado" no Donbass

A reorganização do esforço da Rússia na região do Donbass, no leste da Ucrânia, onde as forças russas vão enfrentar um Exército ucraniano fortalecido, indica um conflito "prolongado", alertou hoje um alto funcionário do Pentágono.

22h55 - Casa Branca considera invasão russa um "desastre estratégico"

A Casa Branca afirmou esta quinta-feira que a invasão russa foi um "desastre estratégico", acrescentando que a Rússia enfrentará novas sanções devido à guerra na Ucrânia. Segundo a diretora de comunicações, Kate Bedingfield, citada pelo The Guardian, "o próprio Putin disse que estas sanções trouxeram custos sem precedentes para a economia russa", e garantiu que o papel dos norte-americanos é "continuar a fortalecer a Ucrânia no campo de batalha".

22h35 - Soldado que disse "vão-se lixar" aos russos "passou fome e foi espancado"

Roman Hrybov, soldado ucraniano que disse às tropas russas para "se irem lixar" no início da invasão à Ucrânia, e que entretanto foi libertado após semanas de cativeiro, passou “fome” e foi “espancado”, segundo revelou a sua mãe. Numa entrevista ao Daily Mail, Tetiana Rudolfivna Hrybova disse que o filho “sofreu terrivelmente nas mãos dos russos”. 

22h29 - Metsola a caminho de Kyiv

A presidente do Parlamento Europeu, a maltesa Roberta Metsola, anunciou no Twitter que está a caminho da capital ucraniana. Metsola, uma dos três principais líderes das instituições europeias, torna-se assim na primeira a viajar para Kyiv.

22h09 - Ucrânia diz que Mariupol continua a ser atacada

Apesar das promessas de cessar-fogo para a criação de um corredor humanitário, a vice-primeira-ministra ucraniana disse ao Financial Times que a Rússia "continua a destruir, com ataques aéreos, o que sobra da infraestrutura em Mariupol, a tentar destruir toda a vida".

21h52 - EUA confirmam que norte-americanos estão a ser detidos por tropas russas

O Departamento do Estado dos Estados Unidos da América (EUA) confirmou esta quinta-feira que tem conhecimento de casos de cidadãos norte-americanos detidos pelas tropas russas na Ucrânia.

Segundo o porta-voz Ned Price, em conferência de imprensa, “há relatos de cidadãos norte-americanos a serem escolhidos e detidos por militares russos na Ucrânia”. “Estão a ser retirados através de território ocupado russo para a Rússia ou para a Bielorrússia”, acrescentou.

21h46 - Corredor humanitário entre Mariupol e Zaporizhzhia na sexta-feira

O ministério da Defesa russo disse esta terça-feira que vai abrir um corredor humanitário de Mariupol a Zaporizhzhia, duas cidades tomadas pelos russos, avançou a agência estatal russa TASS, citada pela Reuters. Segundo os média russos, o diretor do centro nacional russo de defesa revelou que o corredor, que será aberto amanhã, foi discutido entre Putin, Macron e Scholz.

21h35 - Imagens de Chernobyl libertada

O ministério da energia nuclear da Ucrânia anunciou oficialmente que a central de Chernobyl foi libertada de tropas russas, que estão a retirar na zona de Kyiv. Citada pela Sky News, a empresa de energia atómica estatal ucraniana, a Energoatom, disse num comunicado que "segundo o staff na central nuclear de Chernobyl, não há invasores no local".

As forças russas também recuaram da região de Slavutych, a cidade onde moram os trabalhadores de Chernobyl, contou o governo ucraniano.

21h15 - Putin pede impulso da indústria aeronáutica russa em resposta a sanções

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, pediu hoje o impulso da indústria de aviação do país na próxima década, para aumentar a frota de companhias aéreas com aviões russos e neutralizar as sanções ocidentais pela invasão da Ucrânia. "No horizonte da próxima década, o número de aeronaves fabricadas internamente no parque das empresas aeronáuticas russas deve crescer radicalmente", disse Putin, durante um encontro dedicado ao ramo da aviação.

21h05 - Rússia está a mobilizar tropas para ofensiva no Donbass, diz Ucrânia

A Rússia está a mobilizar a maior parte das suas tropas para uma ofensiva final no Donbass, com o objetivo de ter o controlo total das regiões de Donetsk e Lugansk, referiu hoje fonte do Exército da Ucrânia.

20h40 - Mais de 300 dentistas disponibilizaram-se para apoiar refugiados

Mais de 300 dentistas inscreveram-se numa plataforma de apoio ativada pela Ordem dos Médicos Dentistas para ajudar refugiados ucranianos, disponibilizando cuidados de saúde oral e até alojamento e postos de trabalho, avançou hoje à Lusa a Ordem.

20h28 - Ucrânia lança site para denunciantes com informações sobre a Rússia

O governo ucraniano, avança o Kyiv Independent, criou o 'Portal Whistleblower' (do inglês 'denunciante'), que vai permitir às pessoas fazer "um relatório a denunciar bens de pessoas relacionadas com a agressão russa contra a Ucrânia".

20h21 - ONU entrega alimentos em Sumy mas não tem acesso a Mariupol

As Nações Unidas informaram hoje que conseguiram entregar alimentos destinados a cerca de 6.000 pessoas na cidade cercada de Sumy, na Ucrânia, mas lamentou que o mesmo ainda não seja possível em Mariupol por questões de segurança.

20h13 - Agência nuclear da ONU vai apoiar central de Chernobyl

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) comunicou esta tarde que, depois da chegada do diretor-geral no enclave russo de Kaliningrado, a agência está em conversações com a Ucrânia para enviar uma equipa de apoio à central nuclear de Chernobyl, nomeadamente às infraestruturas de lixo radioativo.

Num comunicado, a AIEA acrescentou que não conseguiu confirmar "relatos de forças russas a serem levadas por receberam elevadas doses de radiação na Zona de Exclusão de Chernobyl".

20h00 - Recorde as principais notícias desta tarde:

  • A invasão russa da Ucrânia já provocou pelo menos 1.232 mortos e 1.935 feridos entre a população civil, a maioria dos quais vítimas de armamento explosivo de grande impacto, indicou a ONU.
  • A agência ucraniano de poder nuclear anunciou que os russos abandonaram completamente a central nuclear de Chernobyl.
  • As autoridades ucranianas afirmaram esta quinta-feira que as tropas russas, a cercar a cidade de Chernihiv, atacaram um corredor humanitário, atingindo um autocarro que retirava civis da cidade.
  • Alemanha e França estão "a preparar-se" para uma possível paralisação das importações de gás russo, depois de Putin ter assinado um decreto onde estabelece que, a partir de amanhã, a Europa terá de pagar em rublos (a moeda oficial russa).

19h49 - Ucranianos alegam 148 crianças mortas por ataques aéreos russos

O ministério da Defesa da Ucrânia afirmou esta quinta-feira que a invasão russa fez desde o início da invasão pelo menos 148 mortos. Terão sido disparados pelos russos 1.370 mísseis e foram destruídos 15 aeroportos ucranianos.

Os números apresentados pela ONU são ligeiramente mais reduzidos, mas a organização afirma que o número real de mortos poderá ser consideravelmente superior, tendo em conta as grandes dificuldades em contabilizar mortos em cidades muito bombardeadas e cercadas.

19h44 - Reino Unido e aliados enviam artilharia e mísseis antiaéreos para Ucrânia

O Reino Unido e aliados vão enviar mais armamento para a Ucrânia, incluindo artilharia de maior alcance e mais mísseis antiaéreos, revelou hoje o ministro da Defesa britânico, Ben Wallace. Após uma conferência com 35 países parceiros para mobilizar mais ajuda letal, Wallace adiantou que a Ucrânia receberá "mais ajuda letal" como resultado dos compromissos de hoje, e que "vários países apresentaram-se com novas ideias ou mesmo mais promessas de dinheiro".

19h28 - Biden autoriza circulação de milhões de barris de petróleo das reservas

O presidente Joe Biden fez esta quinta-feira um novo discurso sobre a situação na Ucrânia, desta vez focando-se nos custos dos combustíveis, impactado pela invasão russa. Biden anunciou que a reserva dos Estados Unidos ia apoiar a economia com um milhão de barris de petróleo por dia, durante seis meses, minimizando assim a subida dos preços.

Na mesma conferência, o presidente norte-americano afirmou que o presidente Vladimir Putin está a isolar a Rússia do mundo. "Ele parece estar isolado e há indicações que despediu ou mandou prender alguns dos seus conselheiros", contou Biden.

19h06 - Russos atacam autocarros de resgate de civis em Chernihiv e matam uma pessoa

As autoridades ucranianas afirmaram esta quinta-feira que as tropas russas, a cercar a cidade de Chernihiv, atacaram um corredor humanitário, atingindo um autocarro que retirava civis da cidade. Segundo os ucranianos, citados pelo The Telegraph, uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas.

O jornal britânico acrescentou que o ataque atingiu cinco autocarros que transportavam civis.

18h46 - Diretor da Agência Atómica Internacional na Rússia

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, chegou esta quinta-feira a Kaliningrado (o pequeno enclave que pertence à Rússia), para conversar sobre a segurança das centrais nucleares na Ucrânia. Esta quinta-feira, tropas russas abandonaram a central nuclear de Chernobyl, uma tomada que tanto preocupou as autoridades europeias.

A maior central nuclear da Europa, a central de Zaporizhzhia, continua no entanto sob controlo russo.

18h28 - Chernobyl de volta às 'mãos' da Ucrânia

A agência ucraniano de poder nuclear anunciou que os russos abandonaram completamente a central nuclear de Chernobyl, depois de 700 veículos russos terem saído da região de Kyiv, avança o Wall Street Journal. A notícia trará certamente algum alívio à Europa, com vários líderes europeus a condenarem ataques e bombardeamentos na zona da central nuclear, que foi palco do maior desastre nuclear da história em 1986.

18h06 - Cibernautas russos transitam do YouTube para alternativa russa RuTube

Um quarto da audiência russa da rede de partilha de vídeos YouTube transferiu-se para a análoga russa RuTube, que tem mais de 25 milhões de utilizadores, segundo o consórcio russo Gazprom Media, proprietário da plataforma russa. A notícia surge no meio de informações sobre o possível bloqueio do YouTube no mercado russo, no qual já foi restringido o acesso a redes sociais como o Facebook, Twitter e Instagram.

17h54 - Alemanha e Itália com dúvidas sobre mecanismo para pagar gás russo

Um decreto do Kremlin, publicado hoje pelos media estatais, diz que "países pouco amigáveis" podem continuar a pagar o gás natural em moeda estrangeira, mas abrindo conta num banco russo, que converterá o valor em rublos. O líder italiano, em declarações hoje aos jornalistas estrangeiros em Roma, disse que Putin lhe assegurou que as empresas europeias não teriam que pagar, para já, o gás que importam da Rússia em rublos, e lhe deu uma longa explicação sobre como manter os pagamentos em euros, satisfazendo ao mesmo tempo a "indicação de pagamentos em rublos".

17h38 - Rússia proíbe vários comissários, eurodeputados e jornalistas de entrar no país

Rússia responde a sanções e oposição, proibindo a entrada no país a jornalistas, eurodeputados, figuras políticas europeias, entre outros grupos da União Europeia, avança a agência Reuters. Em comunicado, o ministério dos Negócios Estrangeiros russo disse que "as restrições aplicam-se à liderança da União Europeia, incluindo comissários europeus e líderes das estruturas militares europeias, assim como uma grande maioria dos eurodeputados que promoveram políticas anti-Rússia".

Já os vários jornalistas e atores políticos afetados pelas sanções foram apontados por serem "pessoalmente responsáveis por promoverem sanções anti-russas ilegais, incitarem sentimentos russofóbicos e infringirem os direitos e liberdades da população russófona".

17h23 - Vídeo mostra tanque russo a disparar contra edifícios residenciais

17h20 - UE apela a influência chinesa em cimeira "fora do habitual"

Líderes da União Europeia (UE) e da China reúnem-se na sexta-feira, por videoconferência, numa cimeira que não será "como habitual", mas na qual Bruxelas vai exortar a esforços de Pequim para acabar com as hostilidades russas na Ucrânia.

17h15 - Regulador russo processa Wikipedia

O regulador russo de telecomunicações, Roskomnadzor, vai processar o site de enciclopédia online e público Wikipedia, alegando que o site não corrige "informações ilegais" sobre a guerra na Ucrânia. Segundo a agência estatal russa TASS, a Wikipedia enfreta uma multa de quatro milhões de rublos (cerca de 44 mil euros).

17h10 - 'Z' e 'V'. Letónia proíbe uso público de símbolos da propaganda russa

O parlamento da Letónia aprovou, esta quinta-feira, a proibição da exibição pública das letras 'Z' e 'V', associadas à propaganda russa e à glorificação da invasão da Ucrânia. As multas podem ir dos 350 euros para pessoas singulares aos 2.900 euros para empresas.

16h59 - EUA acusam Rússia de ter bloqueado observação da OSCE

Os EUA acusaram hoje a Rússia de bloquear a extensão da missão internacional que desde 2014 monitorizava o cumprimento do cessar-fogo no leste da Ucrânia e que este mês interrompeu os trabalhos por causa da invasão russa.

16h52 - Rússia acusa Kyiv de colocar minas obsoletas nos mares Negro e de Azov

A Rússia acusou hoje a Ucrânia de ter colocado 420 minas obsoletas nos mares Negro e de Azov, das quais cerca de uma dezena se soltou e está à deriva. Em comunicado, assinado pelo porta-voz do ministério da Defesa, Igor Konashenkov, a Rússia indica que entre 25 de fevereiro e 4 de março as forças ucranianas colocaram 370 minas tipo YaM-1 no mar Negro, e 50 no mar interior de Azov.

"Devido às tempestades e a condições técnicas insuficientes os cabos partiram e as minas soltaram-se e estão à deriva na parte ocidental do mar Negro, em direção a Sul", refere o comunicado.

16h44 - Televisão russa RT diz que Reino Unido oprime liberdade de imprensa

O canal estatal russo Russia Today (RT) criticou esta quinta-feira a decisão do regulador britânico Ofcom de manter em pé a suspensão de transmissão do canal, imposta depois de várias sanções contra o regime russo.

A RT, que é considerada um dos principais canais de propaganda do Kremlin, tendo redações em vários pontos do globo, acusou a autoridade britânica de ter "um joelho mortífero em cima da liberdade de imprensa no Reino Unido".

Os espaços de transmissão dos media tem sido uma das frentes de batalha entre o Ocidente e a Rússia, com vários sites, canais e redes sociais russas a serem suspensas em espaço europeu e britânico, e a Rússia a retaliar e a controlar quaisquer conteúdos sobre a guerra nos seus meios nacionais.

16h35 - Quem é o 'Carniceiro de Mariupol' alvo de sanções britânicas?

Mikhail Mizintsev, que ficou conhecido como o 'Carniceiro de Mariupol', é um dos últimos russos a ser sancionado pelo Reino Unido.  É chefe do Controlo e Comando Central  de Defesa Nacional desde 2014 e terá sido ele a ordenar o bombardeamento do teatro em Mariupol, na Ucrânia, que cerca de 1.300 pessoas estavam a utilizar como abrigo. O edifício estava assinalado como tendo crianças no seu interior e morreram cerca de 300 pessoas na sequência desse ataque.

16h25 - Abramovich na mesa de negociações tem sido "útil", diz Turquia

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco disse, esta quinta-feira, que Roman Abramovich tem tido um papel muito "útil" nas negociações de paz entre as delegações da Rússia e Ucrânia.

"Claro que os encontros oficiais são importantes, as negociações são importantes, mas a opinião pública é sensível", assumiu Mevlut Cavusoglu, citado pela Reuters, numa entrevista ao canal turco  A Haber. "Há canais que deviam manter-se abertos entre líderes e países", referiu, acrescentando que o o oligarca russo tem tido um papel útil.

16h22 - Boris junta-se ao coro: Reino Unido não paga em rublos

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, repetiu o que a Alemanha disse na reação à notícia de que as empresas de gás russas só aceitarão pagamentos em rublos.

Johnson afirmou, através do porta-voz citado pelo The Guardian, que pagar em rublos "não é algo que ponderamos fazer".

16h15 - "Refugiados vão perceber que é tudo mais amor à NATO e ódio à Rússia"

Miguel Tiago, antigo deputado do Partido Comunista Português (PCP), recorreu ao Facebook para fazer um comentário acerca da guerra que decorre, há mais de um mês, no leste da Europa. "Infelizmente, tenho a sensação que os refugiados vão perceber em breve que isto é tudo mais amor à NATO e ódio à Rússia que solidariedade com a Ucrânia", escreveu.

De recordar que o PCP foi o único partido português a recusar condenar claramente o presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, pela invasão do território ucraniano, com o dirigente João Oliveira a ter já referido que é "evidente que a situação que se vive na Ucrânia não é um problema entre russos e ucranianos, nem apenas uma disputa por território ou demarcação de fronteiras".

16h09 - Alemanha recusa pagar gás em rublos e prepara-se para "qualquer cenário"

Alemanha e França estão "a preparar-se" para uma possível paralisação das importações de gás russo, depois de Putin ter assinado um decreto onde estabelece que, a partir de amanhã, a Europa terá de pagar em rublos (a moeda oficial russa). O chanceler alemão Olaf Scholz garante que a Europa vai continuar a pagar o gás russo em euros ou dólares e o ministro da Economia e das Finanças francês, Bruno Le Maire, também assegurou que não vai ceder à ameaça do Kremlin.

16h04 - Guerra já fez pelo menos 1.232 mortos e 1.935 feridos civis

A invasão russa da Ucrânia já provocou pelo menos 1.232 mortos e 1.935 feridos entre a população civil, a maioria dos quais vítimas de armamento explosivo de grande impacto, indicou hoje a ONU. O Alto Comissariado da ONU acredita que estes dados sobre as vítimas civis estão, contudo, muito aquém dos números reais, sobretudo nos territórios onde os ataques intensos não permitem recolher e confirmar a informação.

15h59 -Zelensky fez apelo: cidades ucranianas têm nomes ucranianos

O presidente ucraniano pediu esta quarta-feira que o uso de nomes soviéticos para descrever cidades ucranianas sejam terminado, optando-se antes por nomes ucranianos. Volodymyr Zelensky fez o apelo num tweet emq ue enalteceu o Japão por fazer o mesmo.

Algumas cidades, como a capital, estão em dicionários ocidentais com o nome que tiveram durante as décadas que durou a União Soviética. Por exemplo, a tradução mais correta do nome da capital, Київ, passa a ser então Kyiv. No início da guerra, explicamos como pronunciar corretamente Kyiv neste explicador.

15h49 - Mapa da inteligência britânica atualizado

O conhecimento das tropas russas pelos britânicos mostra cercos em três cidades: Mariupol, Chernihiv e Kharkiv.

15h40 - 'Blogger' detido por "traição" após apoiar invasão russa

Um 'blogger' e "especialista político" foi detido preventivamente por "traição", na sequência do apoio à invasão da Rússia, anunciaram hoje os Serviços de Segurança Ucranianos (SBU). Os serviços especiais pararam as atividades ilegais de um 'jornalista' que estavam a colocar em causa a segurança da Ucrânia", informou a filial do SBU em Lviv, na rede social Facebook, acrescentando que o detido está acusado de traição.

15h35 - Pequim vai manter posição sobre conflito na Ucrânia

Pequim não vai alinhar em sanções contra Moscovo ou opor-se abertamente ao conflito na Ucrânia, apesar da eventual pressão das autoridades europeias nesse sentido durante a cimeira União Europeia-China, na sexta-feira, disse à Lusa um analista chinês.

15h30 - Recuo da Rússia é sinónimo de "mais sofrimento", diz NATO

O secretário-geral da NATO disse, esta quinta-feira, que o recuo das tropas russas não significa que o Kremlin esteja a 'abrandar' a ofensiva, mas sim que o exército se está a concentrar na região separatista de Donbass.

15h25 - Kremlin desvaloriza obrigatoriedade de pagar gás em rublos

O Kremlin desvalorizou hoje o propósito da medida que obriga os europeus a pagar as contas de gás em rublos (a moeda oficial russa), e não em euros, alegando que se trata de uma simples questão de câmbio monetário.

15h20 - Putin assinou decreto para que Europa tenha de pagar gás russo em rublos

O presidente russo, Vladimir Putin, assinou esta quinta-feira um decreto a determinar que, a partir de amanhã, dia 1, a Europa terá de pagar o gás russo em rublos (a moeda oficial russa). A decisão surge como forma de retaliação pelas sanções europeias adotadas por causa da ofensiva russa na Ucrânia.

15h15 - Oito países da NATO já atingiram meta de despesa em defesa

Oito países da NATO atingiram em 2021 o objetivo de consagrar 2% do respetivo PIB a despesas em defesa, contra apenas três em 2014, enquanto Portugal continua aquém do compromisso assumido há oito anos, ao consagrar 1,55%.

15h10 - Para recordar:

15h00 - Boa tarde. Iniciamos uma nova cobertura AO MINUTO da invasão russa na Ucrânia. Pode recordar o registo anterior aqui desta quinta-feira aqui.

Leia Também: AO MINUTO: Russos não estão a sair da Ucrânia, alerta NATO

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