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Apresentadora da Fox News foi criticada por comparar Fauci a Mengele

Lara Logan, uma conhecida personalidade da Fox News e apresentadora do serviço de streaming, foi criticada por grupos judeus e pelo Museu de Auschwitz depois de comparar o Dr. Anthony Fauci ao famoso médico nazi Josef Mengele.

Apresentadora da Fox News foi criticada por comparar Fauci a Mengele

Lara Logan é uma conhecida pivô da Fox News e apresentadora do serviço de streaming do canal. Logan está agora a ser amplamente criticada por grupos judeus proeminentes e pelo Museu de Auschwitz depois de comparar o Dr. Anthony Fauci (responsável pela gestão da pandemia nos EUA) ao conhecido médico nazi, Josef Mengele, que ficou na história por realizar experiências médicas no campo de extermínio de Auschwitz, nomeadamente a crianças.

A intervenção da pivô foi no programa 'Fox News Primetime', esta segunda-feira. No programa, Logan disse que conhecia pessoas que lhe disseram que consideravam que Fauci não representa a ciência, mas representa Josef Mengele, o médico nazi que ficou conhecido como o 'Anjo da Morte' pelas atrocidades que cometeu durante a ocupação nazi da Polónia e a existência do campo de concentração de Auschwitz.

"Estou a falar de pessoas no mundo inteiro que dizem isto", afirmou Lara Logan em direto na televisão, sem qualquer evidência para suportar esta afirmação.

A Fox News não fez qualquer declaração sobre o tema, no entanto o Auschwitz Museum manifestou-se no Twitter dizendo: "Explorar a tragédia de pessoas que se tornaram vítimas de experimentos pseudo-médicos criminosos em Auschwitz num debate sobre vacinas, pandemia e pessoas que lutam para salvar vidas humanas é vergonhoso. É desrespeitoso para com as vítimas e um triste sintoma de declínio moral e intelectual".

Jonathan Greenblatt, o chefe da Liga Anti Difamação dos EUA, disse num comunicado que "não há absolutamente nenhuma comparação entre os mandatos das máscaras, os requisitos da vacina e outros esforços de mitigação da Covid-19 com o que aconteceu aos judeus durante o Holocausto".

O Comité Judaico americano considerou os comentários "totalmente vergonhosos" e disse que "um pedido de desculpas é necessário".

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