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Marinheiros raptados por piratas no Golfo da Guiné foram libertados

Quinze marinheiros turcos, raptados por piratas no alto mar, ao largo do Golfo da Guiné, em águas são-tomenses, foram hoje libertados depois de terem passado quase três semanas em cativeiro, noticiaram os meios de comunicação turcos.

Marinheiros raptados por piratas no Golfo da Guiné foram libertados
Notícias ao Minuto

16:22 - 12/02/21 por Lusa

Mundo Golfo da Guiné

O assalto pirata ocorreu em 23 de janeiro último, quando o cargueiro Mozart, propriedade da companhia de navegação turca Boden Denizcilik, navegava a cerca de cem milhas náuticas do arquipélago de São Tomé e Príncipe, no Golfo da Guiné, procedente do porto nigeriano de Lagos.

"Estão agora numa zona segura na Nigéria. Vão fazer exames de saúde e vamos testá-los para o coronavírus", afirmou Levent Karsan, diretor da Boden Denizcilik, em declarações à CNN Türk.

As autoridades nigerianas não revelaram o que aconteceu aos raptores e o que foi feito para libertar os prisioneiros.

"Isto não foi um rapto político, foi um rapto por dinheiro. Não tenho informações sobre o dinheiro. O importante é que eles estejam seguros", disse Karsan, sem mais explicações.

Um marinheiro natural do Azerbaijão foi morto durante o sequestro, enquanto outros três conseguiram esconder-se num espaço seguro no navio e escapar ao assalto.

O Mozart, um cargueiro de 2007, com 222 metros, estava a caminho de Lagos para a África do Sul.

Os roubos de navios e raptos de marinheiros para posterior resgate são comuns no Golfo da Guiné e aumentaram acentuadamente em 2020.

Leia Também: Petroleiro desviado no Golfo da Guiné libertado junto à Guiné Equatorial

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