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Senado não deverá indicar novo juiz para o Supremo antes das Eleições

A senadora republicana Susana Collins considerou hoje que o Senado norte-americano não deverá indicar um novo juiz para a vaga do Supremo Tribunal, deixada pela morte de Ruth Bader Ginsburg, antes das eleições presidenciais de 03 de novembro.

Senado não deverá indicar novo juiz para o Supremo antes das Eleições

Esta posição surge depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter exortado o Senado a indicar "sem demora" o nome para a vaga do Supremo Tribunal.

"Dada a proximidade da eleição presidencial, não acho que o Senado deva votar no candidato selecionado antes da votação", escreveu, em comunicado, a representante eleita pelo Maine e a primeira do Partido Republicano a assumir esta posição.

Os republicanos têm a maioria, com 53 eleitos contra 47 dos democratas, na câmara alta do Congresso.

Susan Collins é uma dos rostos moderados que poderiam faltar no caso de voto de aprovação de um novo juiz, situação que Trump deseja ver realizada rapidamente.

O Presidente "tem a autoridade constitucional para atribuir um cargo vago no Supremo Tribunal e não tenho qualquer objeção que o comité judicial do Senado comece a analisar as referências do seu candidato", acrescentou Susan Collins, que está a liderar uma difícil campanha para conservar o seu lugar.

Mas, "por honestidade para com o povo americano (...) esta decisão de nomeação vitalícia para o Supremo Tribunal deverá ser tomada pelo presidente que será eleito em 03 de novembro", acrescentou a senadora republicana.

"Devemos agir de forma justa e de maneira coerente, independente do partido no poder", referiu Susan Collins, referindo-se à recusa dos senadores republicanos de ouvir o candidato ao Supremo Tribunal escolhido pelo presidente democrata Barack Obama em 2016, sob pretexto de que a eleição está muito próxima.

Entretanto, Trump já veio dizer que "provavelmente" irá propor uma mulher para o lugar deixado vago.

A juíza do Supremo Tribunal dos Estados Unidos Ruth Bader Ginsburg morreu aos 87 anos, de "complicações causadas por um cancro do pâncreas", deixando um cargo muito influente que Donald Trump gostaria de preencher com um juiz conservador para satisfazer seus eleitores da direita religiosa.

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