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Funcionário dos MSF na RDCongo libertado após 18 dias como refém

Um funcionário dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) foi libertado, após ter sido mantido como refém durante 18 dias no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), onde os grupos armados estão muito ativos, disseram hoje fontes oficiais daquela organização.

Funcionário dos MSF na RDCongo libertado após 18 dias como refém

"A MSF está extremamente aliviada por o nosso colega, que desapareceu em Lulimba, no Kivu do Sul, a 28 de junho, estar de volta em segurança", disse uma porta-voz da organização não-governamental (ONG) à agência de notícias francesa France-Presse.

A ONG não quis, porém, especificar a nacionalidade do refém.

O refém esteve "detido nas mãos de um grupo armado não identificado", acrescentaram os peritos do Barómetro de Segurança de Kivu.

Mas "foi finalmente devolvido pelos seus raptores" na noite passada a um chefe tradicional, que o entregou ao pessoal dos MSF, disse o presidente da Cruz Vermelha da RDCongo, Onesphore Kabandwila.

"Obrigada a todos os envolvidos na resolução bem sucedida desta crise", disse o governador da província, Théo Ngwabije Kasi, na sua conta no Twitter.

Dezenas de grupos armados maiores ou menores estão ativos nas duas províncias do Kivu do Norte e do Kivu do Sul.

O refém tinha sido raptado numa subdivisão do Kivu do Sul, território de Fizi, numa área onde o "Mai Mai" (grupo de autodefesa armado congolês) está ativo.

O território de Fizi está a ser também muito afetado por conflitos comunitários entre os tutsis congoleses, de origem ruandesa (os banyamulenge), e outros grupos.

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