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Condenado a pena de morte pede para ser poupado devido a poluição

Violador diz que a poluição já o vai matar, por isso não necessita ser executado.

Condenado a pena de morte pede para ser poupado devido a poluição

Um de seis homens condenados à pena de morte por espancarem e violarem brutalmente uma mulher, em Nova Deli, na Índia, em 2012, pediu ao tribunal para rever a pena.

O argumento? A poluição que, disse, já o está a matar, logo, não precisa de ser executado.

Akshay Thakur foi um dos seis homens que agrediram e violaram Nirbhaya, de 23 anos, durante quase uma hora, enquanto o autocarro onde todos viajavam percorria a cidade. Depois, o grupo atirou a jovem e uma amiga para fora do autocarro. Nirbhaya acabou por morrer devido aos ferimentos.

Quatro dos seis homens foram condenados a pena de morte. Um foi libertado por ser menor de idade e outro acabou por se suicidar na prisão.

Com a possibilidade de virem a ser executados no sétimo aniversário do crime, que se assinala na segunda-feira, dia 16 de dezembro, o advogado de Akshay Thakur entrou com uma petição no Supremo a pedir que o seu cliente não fosse executado por já estar a morrer devido à poluição. Contudo, de acordo com a CNN, é improvável que este pedido de clemência tenha uma resposta positiva.

É normal que os condenados no corredor da morte tentem adiar a pena. No entanto, esta é a primeira vez que um criminoso usa a poluição como desculpa para não ser executado.

Nova Deli já foi classificada como a cidade mais poluída do mundo. No mês passado, a Índia atingiu recordes de poluição atmosférica três vezes superiores ao nível perigoso do índice global de qualidade do ar e mais de 20 vezes o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera segura.

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