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Eleições Reino Unido: Agora é tempo de "fazer as pazes" com o Brexit

Esta foi a terceira vez em menos de cinco anos que os eleitores britânicos foram chamados a votar e Boris Johnson arrisca ficar na História com a maioria absoluta mais forte desde Margaret Thatcher.

Eleições Reino Unido: Agora é tempo de "fazer as pazes" com o Brexit

Foram chamados a votar, esta quinta-feira, cerca de 46 milhões de britânicos numas eleições legislativas antecipadas, e convocadas pelo governo, para tentar desbloquear o impasse criado no parlamento sobre o processo de saída do país da União Europeia (UE).

O Partido Conservador (Tory) obteve a maior vitória dos últimos 30 anos elegendo 365 dos 650 membros da Câmara dos Comuns, mais 47 que na anterior legislatura, segundo os resultados oficiais divulgados pela BBC. Já o Partido Trabalhista (Labour), principal partido da oposição, conheceu a maior derrota do pós-guerra, elegendo 203 deputados (menos 59).

A terceira força política é o Partido Nacionalista Escocês (SNP), que elege 48 deputados (mais 13) dos 59 a que a Escócia tem direito na Câmara dos Comuns, seguido dos Liberais-Democratas, que elegeram 11 deputados (menos 1). Os Verdes, que não estavam representados na Câmara dos Comuns cessante, elegeram um deputado.

Acompanhe ao Minuto:

15h20 - "Obrigado pela confiança que depositaram em nós", diz Boris Johnson, apelando ainda que sobre o tema do Brexit para que os cidadãos encontrem "uma forma de fazer as pazes com o assunto". Notícias ao MinutoO primeiro discurso de Boris Johnson, o novo primeiro-ministro britânico© Reuters

14h25 - Taxa de participação foi de 67,23 %, ligeiramente menor do que em 2017. A taxa de participação nas eleições gerais britânicas situou-se nos 67,23%, ligeiramente menor do que os 68,7% registados nas anteriores eleições de junho de 2017.

14h00 - Corbyn anuncia que deixará a liderança do Partido Trabalhista no início de 2020. Assumindo-se "triste mas orgulhoso" após a pesada derrota nas eleições, Jeremy Corbyn argumenta que não seria “responsável sair imediatamente”, pelo que o fará, tudo indica, no início do próximo ano, aquando da eleição de um sucessor.

13h30 - "Bola de cristal não faz parte dos meus instrumentos de trabalho". António Costa comentou, na manhã desta sexta-feira, os resultados das eleições de ontem no Reino Unido e o que estes significam para o Brexit. Quanto a um timing para as negociações ocorrerem, o primeiro-ministro respondeu que a "bola de cristal não faz parte dos meus instrumentos de trabalho".

13h05 - Governo escocês vai publicar argumentos que permitam novo referendo. A primeira ministra da Escócia anunciou hoje que o Governo escocês vai publicar na próxima semana os argumentos democráticos para uma transferência de poderes que permita a realização de um referendo sobre a independência da região.

13h04 - Ursula der Leyen espera que Parlamento britânico vote acordo de saída em janeiro. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse hoje esperar que o Parlamento britânico vote o acordo do 'Brexit' do Reino até final de janeiro e começar a trabalhar numa nova relação em 1 de fevereiro.

12h55 - Augusto Santos Silva saúda "a clareza do resultado" no Reino Unido. O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, saudou hoje "a clareza do resultado" das eleições legislativas no Reino Unido, que permitirá uma saída da União Europeia "ordenada, não caótica, de uma forma devidamente preparada".

12h48 - Líderes europeus prometem continuar a trabalhar num Brexit ordenado.

12h44 - Kremlin duvida que relação entre Moscovo e Londres tenha melhorias. "Nós esperamos sempre que as forças políticas que vençam eleições, independentemente do país, juntem-se ao diálogo e concentrem-se na construção de boas relações com o nosso país. Mas não sei até que ponto estas expectativas são apropriadas no caso dos conservadores britânicos", disse o porta-voz do Kremlin.

12h20 - Marcelo considera que "resultado clarificador" é positivo para Portugal. Numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado afirma que "um resultado clarificador, que se verificou nas eleições legislativas no Reino Unido, é positivo para Portugal, pois vai permitir um acordo para uma saída ordenada do nosso aliado de tantos séculos da União Europeia".

11h50 - Johnson recebido com vivas após pedir para formar Governo.  Boris Johnson, foi hoje recebido com fortes aplausos e vivas no interior da residência oficial em Downing Street ao regressar do Palácio de Buckingham para pedir formalmente à Rainha autorização para formar governo.

11h30 - Merkel felicita Boris Johnson e espera "parceria estreita". "Parabéns Boris Johnson pela clara vitória. Aguardo com expetativa a continuação da nossa cooperação para a amizade e parceria estreita entre os nossos países", lê-se numa mensagem da chanceler publicada pelo seu porta-voz, Steffan Seibert, no Twitter.

11h00 - Confira aqui todos os resultados das legislativas de quinta-feira.

10h50 - Boris Johnson a caminho de pedir à rainha para formar Governo. O primeiro-ministro saiu cerca das 10h50 de Downing Street e deverá fazer uma declaração à porta da residência oficial depois de obter a autorização da Rainha para formar governo.

10h20 - Primeiro-ministro irlandês felicita Johnson por "resultado decisivo". O primeiro-ministro irlandês, Leo Varadkar, felicitou hoje Boris Johnson pelo "resultado decisivo" que obteve nas eleições britânicas, considerando que "o próximo passo" é concretizar o 'Brexit' salvaguardando que não haverá fronteira rígida na ilha da Irlanda.

10h30 - Jornais britânicos destacam vitória esmagadora de Boris Johnson.

09h30 - Libra (e mercados) em alta após vitória dos Conservadores.

8h50 - Boris Johnson promete Brexit em 31 de janeiro.  "Vou pôr fim a este absurdo e vamos consegui-lo até 31 de janeiro", assegurou Johnson aos seus apoiantes, após o Partido Conservador ter garantido a maioria absoluta. Com 648 dos 650 dos assentos atribuídos, o Partido Conservador garantiu já 363, contra 203 do Partido Trabalhista, que perdeu 59, e 48 do Partido Nacionalista Escocês (SNP). "É agora uma decisão irrefutável, indiscutível e irresistível do povo britânico", que "põe fim à miserável ameaça de outro referendo", declarou.

8h20 - União Europeia está pronta a negociar futuro relacionamento com Reino Unido. "A União Europeia está pronta para a próxima fase. Vamos negociar um acordo comercial que permitirá que as regras do jogo sejam equitativas", disse hoje o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

8h00 - União Europeia vai reconstruir relações com Londres, diz comissário. O comissário europeu para o Mercado Único e Digital garantiu hoje que Bruxelas "reconstruirá" as relações com Londres, especialmente no setor comercial, após a vitória nas eleições legislativas de Boris Johnson, que prometeu finalizar o 'Brexit' em janeiro.

07h30 - Brexit: Principais datas dos próximos passos após as eleições. Com a vitória do Partido Conservador nas eleições do Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson tentará cumprir a promessa de efetivar a saída da União Europeia. Confira aqui as principais datas para os próximos passos do longo e tortuoso processo do Brexit, que começou com o referendo de 2016

06h25 - Trump felicita Boris pela "grande vitória" no Reino Unido. "Parabéns a Boris Johnson pela sua grande vitória! O Reino Unido e os Estados Unidos estão livres para celebrar um novo grande acordo comercial após o 'Brexit'", afirmou Donald Trump, numa mensagem publicada na rede social Twitter.

05h30 - Partido Conservador oficialmente vencedor após garantir maioria absoluta. O Partido Conservador garantiu hoje uma maioria absoluta e venceu oficialmente as eleições legislativas britânicas, apesar de a contagem dos votos continuar em curso. Para obter uma maioria absoluta, um partido precisa de vencer em 326 das 650 circunscrições eleitorais, mas, apuradas 613 circunscrições, o partido conquistou 337. Liderado pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, o partido conquistou até agora mais 43 assentos na Câmara dos Comuns do que nas eleições de 2017.

05h05 - Líder escocesa diz ter mandato para segundo referendo à independência. A líder do Partido Nacionalista Escocês (SNP) reivindicou hoje ter recebido um mandato para realizar um segundo referendo sobre a independência da região ao eleger a grande maioria dos deputados elegíveis na Escócia. "A Escócia enviou uma mensagem muito clara: Não queremos um Governo de Boris Johnson, não queremos deixar a União Europeia e queremos que o futuro da Escócia fique nas mãos da Escócia", afirmou Nicola Sturgeon, repetindo promessas repetidas ao longo de toda a campanha.

04h30Dirigente do Partido Democrata Unionista derrotado pelo Sinn FéinO antigo líder parlamentar do Partido Democrata Unionista (DUP) na Irlanda do Norte, Nigel Dodds, foi derrotado pelo rival do Sinn Féin, John Finucane, na circunscrição de Belfast North, refletindo um mau desempenho para os unionistas.

04h20 - Primeiro-ministro britânico promete que "o trabalho começa hoje".  Boris Johnson agradeceu ao povo do Reino Unido por ter saído a votar nas eleições de quinta-feira e prometeu que "o trabalho começa hoje". "Parece que ao Governo Conservador foi outorgado um novo e poderoso mandato para a fazer o Brexit, e não só fazer o Brexit mas para unir o país, levá-lo para a frente e focar nas prioridades do país", disse  ao discursar na circunscrição de Uxbridge and South Ruisli, na qual era candidato, após o anúncio da sua reeleição.

04h13 - Líder dos Liberais Democratas Jo Swinson falha reeleição como deputada. "Para milhões de pessoas no nosso país, estes resultados vão trazer pavor e consternação e as pessoas estão à procura esperança. Ainda acredito que nós, como país, podemos ser calorosos e generosos, inclusivos e abertos. E que, trabalhando em conjunto com os nossos vizinhos mais próximos, podemos alcançar muito mais. Os Liberais Democratas vão continuar a defender esses valores", garantiu Jo Swinson.

03h52 - Corbyn admite resultado "muito dececionante" e prepara demissão. "Quero tornar claro que não vou liderar o partido em nenhumas futuras eleições. Vou discutir com o partido para garantir que existe um processo de reflexão sobre este resultado e sobre as políticas que vai manter no futuro. E vou liderar o partido durante esse período", declarou hoje em Islington, após ser anunciado o resultado da sua circunscrição, onde foi eleito com 34.603 votos.

03h30 - Conservadores do Reino Unido conquistam antigos bastiões trabalhistas. Círculos eleitorais como Darlington ou Workington, no norte de Inglaterra, terão um deputado conservador pela primeira vez em décadas, enquanto a circunscrição de Bishop Auckland and Blyth Valley passou para os 'Tories' pela primeira vez desde que o assento parlamentar foi criado.

01h00 - "Agora, ele pode fazer o que quiser! Boris ficou com enorme margem política"

Numa reação aos primeiros resultados, vários analistas políticos e historiadores ouvidos pela agência Lusa concordam: “A cartada de Boris Johnson compensou”. E que cartada foi essa? Ter deixado entrar e depois centrar a sua campanha no Brexit, na saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

Paulo Vila Maior, professor de Ciência Política na Universidade Fernando Pessoa, considera que o líder Conservador saiu, com esta postura, “muito reforçado" na sua posição de primeiro-ministro. Já os Trabalhistas, liderados por Corbyn, “nunca tiveram uma posição clara sobre o Brexit", acrescenta Francisco Bethencourt historiador e professor do King's College, em Londres.

00h47 - Farage satisfeito por Partido do Brexit ter ajudado vitória conservadora. "Se tivermos 'Brexit', fizemos um bom trabalho. Estava determinado nestas eleições em usar a nossa influência para impedir um segundo referendo e essa foi a decisão para não concorrer em 317 circunscrições", afirmou na BBC.

00h45 - Costa espera que novo parlamento assegure enfim Brexit ordenado. O primeiro-ministro, António Costa, disse esperar que o novo parlamento britânico aprove finalmente o Acordo de Saída do Reino Unido da União Europeia, garantindo assim um Brexit ordenado.

00h30 - A esta altura recordemos que Boris Johnson deverá ter das maiores vitórias e Corbyn das maiores derrotas, segundo as projeções. A aposta de Boris Johnson numas eleições antecipadas para ganhar controlo do parlamento parece ter resultado, já a prestação dos Trabalhistas deverá ser a pior desde 1935.

Os Trabalhistas parecem ter perdido o apoio naqueles locais onde há três anos a maior parte da população votou a favor da saída do Reino Unido da União Europeia.

A sondagem à boca das urnas indicou que o partido Conservador terá 368 deputados, o partido Trabalhista 191, o Partido Nacionalista Escocês 55, os Liberais Democratas 13 e o Plaid Cymru (nacionalistas galeses) três e os Verdes um assento.

Durante a madrugada desta sexta-feira começarão a sair os resultados em maior número, que pode ir acompanhado aqui.

23h45 - As primeiras capas dos jornais britânicos já são conhecidas e Boris Johnson é a estrela.

Guardian:

Daily Mail:

Daily Mirror:

Times:

The Sun:

Financial Times:

23h40 - O dirigente do Partido Trabalhista, John McDonnell, atribuiu a pesada derrota do Partido Trabalhista ao Brexit e disse que o líder, Jeremy Corbyn, vai ponderar as consequências esta sexta-feira. "Penso que Brexit dominou tudo. Esperávamos que poderíamos convencer com outras questões e que houvesse um debate mais alargado, mas estes resultados mostram que claramente não houve. (…) Nós tivemos de acomodar os nossos membros que apoiaram a permanência, mas muitos de nós representamos regiões que votaram para sair. Foi esse o dilema que enfrentámos", afirmou à BBC.

23h31 - O círculo eleitoral de Newcastle é o primeiro a contar os votos, onde o Partido Trabalhista é o vencedor. Eis os resultados oficiais:

  • Trabalhistas: 21568
  • Conservadores – 9290
  • Liberais democratas – 2709
  • Partido do Brexit – 2542
  • Verdes – 1365

Seguidos do círculo de Sunderland também com uma vitória Trabalhista.

Já Blyth Valley foi roubado pelos Conservadores, depois de estar nas mãos dos Trabalhistas desde 1950.

23h20 - Mesmo sem nenhum lugar à vista no parlamento, para o líder do Partido Brexit, "se conseguirmos o Brexit, fizemos um bom trabalho". Em declarações à BBC, Nigel Farage, admitiu que o seu voto foi nulo, pois não conseguiu forçar-se a apoiar os Conservadores. “Como votei neste sistema é bastante irrelevante”, acrescentou.

23h - Os primeiros resultados começam a sair agora, mas será a partir das 02h da madrugada de sexta-feira que começarão a sair em maior número.

22h58  - Para obter uma maioria absoluta, um partido precisa de vencer em 326 das 650 circunscrições eleitorais, mas, na prática, são precisos menos deputados porque o presidente da Câmara dos Comuns não vota e os deputados do Sinn Fein têm uma longa tradição de não assumirem funções.

22h55 - Recorde-se que ao longo de toda a campanha, Johnson pediu uma maioria absoluta para concretizar o Brexit, prometendo retirar o Reino Unido da União Europeia até 31 de janeiro de 2020 se o conseguisse.

22h50 - Se as projeções se revelarem corretas, os números dão aos Conservadores a sua maioria mais forte desde que Margaret Thatcher foi primeira-ministra e deixa-os com "espaço de manobra suficiente para fazerem o que quiserem no parlamento", recorda o correspondente político da BBC, Nick Eardley.

Para os Trabalhistas é o pior resultado desde 1935, depois de os resultados darem conta de que o partido de Jeremy Corbyn irá perder 71 assentos face a 2017.

22h45 - Nos círculos eleitorais onde os britânicos votaram a favor do Brexit, os Conservadores tiveram melhores resultados, dá conta a Sky News.

22h40 - Boris Johnson também já reagiu aos resultados. Através da rede social Twitter agradeceu a todos os que votaram. "Vivemos na melhor democracia do mundo", escreveu. 

22h30 - Subidas e Descidas (2017/2019) - segundo as sondagens (realizadas em 144 mesas de voto, com 22.790 entrevistas):

  • Conservadores - maioria absoluta - tinham 318 deputados e ganham mais 50
  • Trabalhistas - descem - tinham 262 deputados e devem ficar-se pelos 191
  • Partido Nacionalista Escocês - sobem - passam de 35 deputados para  55
  • Liberais Democratasiguais - tinham 12 deputados poderão ficar com 13

22h20 - Os resultados das projeções, que apontam a vitória estrondosa dos Conservadores, se se verificarem fazem com que o atual primeiro-ministro em funções recupere para os Tories a maioria absoluta perdida por Theresa May há dois anos.

22h18 - A libra esterlina valorizou-se contra o euro e o dólar, logo que foi anunciada a primeira projeção, que dá a vitória por maioria absoluta ao partido Conservador. Cerca das 22h03 locais (mesma hora em Lisboa), a libra subiu 1,94% face ao dólar, cotando-se a 1,3416 por um dólar, e 1,58% relativamente ao euro, a 83,25 pence por um euro.

22h15 - Bercow a comentar os resultados na Sky News reage à vitória antecipada dos Conservadores dizendo: "Se isto estiver correto é uma vitória fenomenal para o Partido Conservador e Boris Johnson deverá obviamente sentir que a aposta que fez [de pedir eleições antecipadas] está validada".

22h10 - O líder dos Trabalhistas, Jeremy Corbyn, já reagiu aos primeiros resultados - que se revelaram uma perda significativa para o seu partido - passam de 262 lugares para 191. Na rede social Twitter Corbyn agradeceu a todos os membros do partido e eleitores que votaram no Labour.

22h05 - Ao todo, concorreram 3.303 candidatos em 650 círculos uninominais, distribuídos por Inglaterra (533), Escocia (59), Irlanda do Norte (18) e País de Gales (40).

22h - Urnas já fecharam. Projeções dão maioria absoluta a Conservadores com 368 mandatos.

As primeiras sondagens (da Ipsos MORI lançadas a Sky News, BBC e ITV News) dão conta de:

  • Partido Conservador - 368
  • Partido Trabalhista - 191
  • Partido Nacionalista Escocês - 55
  • Liberais Democratas - 13
  • Partido do Brexit - 0
  • Verdes - 1
  • Outros - 22

21h40 -  O antigo speaker da Casa dos Comuns, John Bercow, está a comentar a noite de eleições na Sky News. Segundo o homem que ficou conhecido por tentar manter a "oooorder" no parlamento, o resultado das projeções deverá ser um indicador-chave se haverá uma maioria ou um parlamento repartido. "As sondagens em quatro das últimas cinco ocasiões esteve correta", disse.

21h35 - Em Liverpool há relatos de que vários boletins de votos foram cancelados. Foram dados os boletins de voto errados a pelo menos 48 pessoas. Segundo a BBC, os boletins de voto do círculo de Wavertree foram entregues aos habitantes de Riverside. A autarquia já confirmou que os votos incorretos serão descontados e será feita uma revisão - tentando contactar os visados para votar novamente.

21h30 - Falta meia-hora para as urnas fecharem. As primeiras projeções serão divulgadas pelos meios de comunicação britânicos às 22h.

Os líderes dos principais partidos britânicos votaram logo de manhã nas eleições -  as terceiras num espaço de cinco anos no Reino Unido - consideradas "as mais importantes numa geração". Uma das queixas mais recorrentes, partilhadas nas redes sociais ao longo do dia, foram as filas para votar como dizem nunca ter visto antes.

Os primeiros-ministros costumam votar em si próprios no círculo eleitoral que representam, mas Boris Johnson optou por votar na circunscrição de Cities of London and Westminster, onde fica a residência oficial, Downing Street. O líder trabalhista, Jeremy Corbyn, votou na sua circunscrição de Islington, no norte de Londres, onde foi recebido por um pequeno grupo de apoiantes e também por uma mulher manifestante vestida como a personagem Elmo, da Rua Sésamo, que foi impedida pelos seguranças de se aproximar do candidato quando entrava na assembleia de voto.

Recorde-se que esta é a primeira eleição em dezembro desde 1923 e a primeira no inverno desde 1974. Houve quem tenha votado por correspondência, cujos boletins já foram enviados há várias semanas.

A votos vão os 650 assentos na Câmara dos Comuns, a câmara baixa do parlamento britânico, aos quais concorrem 3.322 candidatos, dos quais 1.124 mulheres, tendo os partidos Conservador (635), Trabalhista (631), Liberal Democrata (611), Verde (498) e Partido do Brexit (275) concorrido no maior número de circunscrições a nível nacional. 

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