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Sudão do Sul quer novo governo de unidade nacional formado até novembro

O primeiro vice-presidente do Sudão do Sul, Taban Deng Gai, afirmou na quinta-feira na Assembleia Geral das Nações Unidas que o novo governo de unidade nacional "será estabelecido até 12 de novembro de 2019".

Sudão do Sul quer novo governo de unidade nacional formado até novembro

Depois de se desculpar pela ausência do presidente sul-sudanês Salva Kiir, justificando que estava muito ocupado a "consolidar e racionalizar o processo de paz", Gai disse que a delegação do governo que viajou para a ONU incluía representantes das partes que assinaram o acordo.

Em 19 de setembro, o presidente do Sudão do Sul disse que formará o governo da unidade nacional transitória até novembro próximo, com ou sem a presença da oposição.

Nesse sentido, Gai apelou à comunidade internacional e os países membros da ONU para "apoiarem o esforço para incluir os não signatários do acordo de paz" no novo executivo.

"Um Sudão do Sul pacífico será alcançado e emergirá como um farol de esperança e paz", afirmou Gai.

Em 11 de setembro, Salva Kiir concordou com o líder da oposição, Riek Machar, para formar o Governo de Unidade Nacional de Transição estipulado pelo acordo de paz que assinou com a oposição armada há cerca de um ano.

No entanto, uma semana depois, Kiir ameaçou avançar com o plano sem Machar se este não voltasse ao país para continuar as consultas sobre a formação do governo.

O acordo de paz alcançado em agosto do ano passado estabelece a implementação de um cessar-fogo por um período de transição de oito meses e a subsequente criação de um governo de unidade nacional, que permanecerá no poder por 36 meses.

No entanto, a formação do Executivo ainda não ocorreu e um dos principais impedimentos é a falta de forças armadas nacionais, que deveriam ser compostas por soldados e rebeldes, treinados e formados para assumir a responsabilidade pela segurança de todo o país.

O cessar-fogo está a ser respeitado na maior parte do país, embora ainda ocorram confrontos esporádicos entre as tropas e grupos rebeldes que se recusaram a assinar o acordo.

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