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Cinco factos a saber sobre a infeção sexual que afeta 80% da população

As infeções pelo vírus do papiloma humano (HPV) são extremamente comuns e contagiosas, mas na maioria dos casos não apresentam sintomas aparentes.

Cinco factos a saber sobre a infeção sexual que afeta 80% da população
Notícias ao Minuto

22:30 - 17/07/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Terrores noturnos

Como tal, e de acordo com uma investigação publicada na BBC News, os indivíduos infetados não percebem que padecem da doença nem que podem transmiti-la a parceiros ou parceiras.

O contágio dá-se por meio do contacto com a pele na zona genital e anal, de forma que não é necessária a penetração para que o vírus seja transmitido de pessoa para pessoa.

Mais ainda, nem o uso de preservativo pode prevenir completamente a possibilidade de contágio, que pode ocorrer durante a penetração ou na prática de sexo oral.

Cinco coisas que deve saber sobre este vírus sexualmente transmissível:

1. O HPV afeta mais de 80% de homens e mulheres sexualmente ativos em algum momento da vida

As infecções de HPV são tão comuns que podem ser consideradas quase uma prova de que a pessoa é ou foi sexualmente ativa.

O vírus afeta 80% das pessoas sexualmente ativas em algum momento das suas vidas, segundo estimativas do Serviço de Saúde Nacional britânico (NHS) e da Associação Americana de Saúde Sexual.

2. As variações de HPV de alto risco podem provocar seis diferentes tipos de cancro

Nomeadamente: cancro na cervical ou do colo uterino (associado ao HPV em 99% dos casos, segundo o NHS), anal (associado ao HPV em 84% dos casos), de pénis (47% dos casos), vulva, vagina, boca e garganta.

3. É difícil de diagnosticar porque não apresenta sintomas

No caso das mulheres, é possível detetar o vírus com uma amostra de células do cérvix (porção inferior e estreita do útero), por meio do exame do Papanicolau ou da realização de uma citologia vaginal.

No caso dos homens, segundo o NHS, "não existe atualmente um teste confiável capaz de detetar o HPV, sendo extremamente difícil diagnosticá-lo, já que as cepas de maior risco do vírus não apresentam sintomas”.

4. A infeção não tem cura, mas é possível tratar os efeitos

A maioria das infecções não causa danos graves e desaparece sozinha "num período de dois anos".

As verrugas genitais podem ser tratadas com cremes, loções ou produtos químicos. Também podem ser extraídas ou serem destruídas através de congelamento ou queima.

Nas mulheres, a presença de células consideradas ‘anormais’ no cérvix pode ser tratada se detetada a tempo, e antes de se tornarem potencialmente cancerígenas.

5. Há vacinas para os jovens

Existem várias vacinas disponíveis no mercado. Algumas protegem contra duas variáveis do HPV de risco mais alto, a 16 e a 18, que causam, segundo as estimativas, mais de 70% dos casos de cancro na cervical.

Outra vacina mais recente oferece uma proteção de 90% contra a possibilidade de desenvolvimento de cancro associado ao HPV.

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