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Sindicatos dos transportes marcam fórum para debater propostas ao OE

Os trabalhadores e sindicatos afetos à área dos transportes e infraestruturas irão reunir-se num fórum no próximo dia 15 de janeiro para debater os problemas do setor e apresentar propostas no âmbito do Orçamento do Estado (OE).

Sindicatos dos transportes marcam fórum para debater propostas ao OE

Em declarações à Lusa, o coordenador da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans), José Manuel Oliveira, revelou que esta iniciativa foi hoje decidida numa reunião em que estiveram presentes representantes de várias empresas do setor, como o Metro de Lisboa ou a CP.

"A reunião foi de identificação de um conjunto de problemas e uma preocupação face ao que está no programa do Governo, da transmissão da propriedade das empresas para as entidades intermunicipais", adiantou o dirigente sindical.

"Tomamos a decisão de no dia 15 de janeiro fazer um fórum, cujo nome ainda esta a ser construído, aberto aos trabalhadores e diversos sindicatos do setor, para se poder ter um documento abrangente que sirva de levantamento de propostas no âmbito do OE", destacou.

Para José Manuel Oliveira, a ideia do Governo pressupõe que o Metropolitano de Lisboa passe para o domínio da Autoridade Metropolitana de Lisboa e que a CP seja "desmembrada para se entregar a outras empresas".

"Temos um documento a ser ultimado para mostrar à opinião publica" e que aborda as "necessidade de investimento", segundo o coordenador da Fectrans.

"Estamos muito preocupados com a situação, o aumento da procura e uma incapacidade da resposta, com a degradação de serviços", salientou o dirigente sindical.

A federação está também preocupada com a falta de trabalhadores "porque o Governo não autoriza a abertura de recrutamento, por um lado, e por outro há situações em que as potenciais entidades desistem, porque os salários são baixos na entrada", adiantou José Manuel Oliveira.

O coordenador referiu ainda que "o que acontece agora é o contrário do que acontecia há alguns anos", com a saída de trabalhadores de empresas públicas para privadas.

"É preciso medidas para atrair e fixar os trabalhadores", concluiu.

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