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O que (pode) fazer quando começar a pagar pelas transferências MB Way

Alguns dos principais bancos vão começar a cobrar pelas transferências através da app da SIBS, mas há formas de 'fugir' a este custo ou, pelo menos, de o contornar.

O que (pode) fazer quando começar a pagar pelas transferências MB Way

A notícia de que as transferências por MB Way iriam começar a ser pagas veio transtornar a vida dos mais de um milhão de portugueses que utilizam a aplicação da SIBS. Alguns dos principais bancos anunciaram que iriam começar a cobrar por esse serviço aos clientes - aliás, o Banco BPI até já o faz -, mas há formas de contornar este custo.

Em primeiro lugar deve informar-se, junto da sua instituição bancária, acerca do preçário da sua conta, porque há casos em que as transferências continuam a ser gratuitas quando realizadas através da 'app' do próprio banco. 

Aliás, a aplicação do Novo Banco, a NB Smart App, permite mesmo a realização de transferências de dinheiro para contactos móveis, ao invés da tradicional utilização do IBAN, tal como explica o banco no seu site

Depois do BPI, o próximo banco que vai começar a cobrar pelo serviço de transferências através do MB Way é o BCP, já no próximo dia 17 de junho. Há determinadas condições, que pode consultar aqui, mas no geral este tipo de transferências terão um custo de 1,20 euros, ao qual acresce o imposto de selo, o mesmo que no BPI. Se forem realizadas através da app do banco custam mais de metade, cerca de 50 cêntimos. Como se livrar dos custos neste caso? Aderindo a contas pacote.

"Para além destes, outros bancos já incluem, nos seus preçários, comissões sobre as transferências MB Way, com valores entre 0 cêntimos (na maioria dos bancos) e 1,50 euros (Activo Bank). Embora ainda não estejam a cobrá-las, podem fazê-lo a qualquer momento, pois o custo está previsto e foi validado pelo Banco de Portugal, que regula o setor bancário", refere a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO).

Os clientes têm sempre ao seu dispor a opção de mudar de banco e, para esse efeito, o Banco de Portugal (BdP) disponibiliza, inclusive, um comparador de comissões bancárias que pode ser uma ajuda neste processo, para que o cliente escolha a melhor opção para si.

Outra solução que tem à sua disposição é reclamar. No dia 1 de maio o BPI começou, efetivamente, a cobrar por este tipo de transferências e, no dia seguinte, a DECO registou mais de 1.000 reclamações. A DECO apela a que os clientes reclamem com o objetivo de transmitir ao BdP o impacto da cobrança de comissões para os utilizadores. Há um formulário para esse efeito. 

A DECO exige que as comissões sobre as transferências MB Way sejam limitadas até um máximo de 0,2% da transação, que sejam definidos limites claros e proporcionais para os custos que sãocobrados em todas as formas de pagamento e, ainda, uma análise a esta medida dos bancos, "que parecem ter encontrado nas comissões sobre o MB Way uma forma de contornarem a proibição de impor custos  aos serviços através do Multibanco". 

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