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Psicólogo garante: "Não fiz parte de um plano para matar Maradona"

Carlos Díaz defende que nada do que fez "poderia ter tido ligação" com a morte do ex-jogador.

Psicólogo garante: "Não fiz parte de um plano para matar Maradona"

Carlos Díaz, o último psicólogo destacado para acompanhar Diego Armando Maradona, foi, esta quarta-feira, ouvido pelo Ministério Público de San Isidro no âmbito da investigação à morte do antigo jogador, na qual é acusado de homicídio simples com dolo eventual.

De acordo com o jornal argentino La Nacion, Charly - como era conhecido pela família Maradona - foi questionado durante mais de sete horas, e deixou uma mensagem perentória: "Não fiz parte de um plano para que Maradona morresse".

"Nenhuma atividade como psicólogo poderia ter tido ligação com o resultado de morte", asseverou Carlos Díaz, que, caso venha a ser considerado culpado do crime de que é acusado, poderá enfrentar uma pena de oito a 25 anos de prisão.

Uma posição que, de resto, foi reforçada pelo advogado que o representa, Diego Olmedo: "Uma pessoa que foi contratada para desintoxicar um paciente, que completou o objetivo e que não viu risco de vida no que pôde observar, não pode ser acusada de homicídio".

Leia Também: Coordenador de enfermeiros rejeita responsabilidades na morte de Maradona

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