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"Comportamento do Marítimo na Luz é bastante estranho"

Francisco J. Marques criticou intensidade dos insulares no jogo com o Benfica.

"Comportamento do Marítimo na Luz é bastante estranho"

O diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, criticou a postura dos jogadores do Marítimo no jogo do passado sábado com o Benfica, no Estádio da Luz, do qual os insulares saíram goleados por 4-0.

"Todos nos lembramos do empenho do Marítimo frente ao FC Porto e é surpreendente quando confrontado com a suposta falta de intensidade da sua equipa frente ao Benfica. Contra o FC Porto, os seus jogadores jogam de faca nos dentes, como se costuma dizer, é canela até ao pescoço, com índices de agressividade levados ao máximo. Com o Benfica, mesmo em superioridade numérica, não conseguem igualar a intensidade do adversário e impor o seu jogo e acabam a pedir para sair porque estão muito cansados. Juntando isso ao que disse o presidente do Marítimo, que se conforma com os golos infantis, há um padrão comportamental nos jogos do Marítimo na Luz um pouco estranho. Em tempos, o Marítimo visitar a Luz era uma preocupação para o Benfica, como quando visita o Dragão ou Alvalade, mas de há uns anos a esta parte é uma chuva de golos inexplicável. Só pode ser um fenómeno paranormal na liga portuguesa", começou por dizer Francisco J. Marques no programa 'Universo Porto da Bancada', no Porto Canal

O dirigente portista apontou ainda o dedo à arbitragem de Tiago Martins no jogo FC Porto-P. Ferreira, criticando o facto de o juiz não ter apontado um penálti a favor dos dragões aos 52 minutos.

"Há um penálti tão evidente e claro, que é com estupefação que se constata que não foi assinalado. Primeiro há um erro de Tiago Martins, que está bastante próximo do lance. Poderia e deveria ter visto infração do jogador do Paços de Ferreira. Hoje em dia para defender a verdade desportiva, a justiça da competição, existe o auxilio tecnológico através do VAR. Isso é que inexplicável. Temos de admitir, em boa fé, que o árbitro, no campo, por um qualquer motivo o árbitro não conseguiu avaliar da melhor forma um determinado lance. Por isso, pode recorrer à ajuda do VAR, que lhe vai dizer vai lá ver. O que aconteceu foi que o árbitro na função de VAR, António Nobre, nada terá dito ao Tiago Martins permitindo que um erro acontecesse. O árbitro não marcou, o Paços de Ferreira entrou em contra-ataque e o Marcano fez falta que valeu cartão amarelo e jogo ficou interrompido", apontou o diretor de comunicação dos dragões.

"Houve muito tempo para o lance ser revisto pelo arbitro na função de VAR. Erro muito grande, que não se entende que possa existir. Também houve episódio de entrada de adeptos, salvo o erro ingleses, no relvado. Em dois minutos e meio, António Nobre não conseguiu perceber que havia penálti. É surpreendente que perante um erro desta dimensão, não tenha havido uma explicação para o erro. Todos nos lembramos, no Portimonense-FC Porto, que o VAR veio desculpar-se por uma decisão. Agora não há mea culpa?", acrescentou.

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