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Paulo Branco contesta também estreia de filme de Gilliam em França

O produtor Paulo Branco vai interpor uma ação judicial para impedir a estreia comercial do filme 'O homem que matou D. Quixote', de Terry Gilliam, nos cinemas franceses.

Paulo Branco contesta também estreia de filme de Gilliam em França
Notícias ao Minuto

13:43 - 11/05/18 por Lusa

Cultura Cinema

Depois de ter tentado impedir judicialmente a exibição do filme no encerramento do festival de Cannes, a produtora Alfama Films, de Paulo Branco, contesta agora a intenção de estreia comercial nas salas de cinema em França, marcada para dia 19, e sugere aos exibidores franceses que a adiem.

A decisão do produtor, anunciada em comunicado citado pela Agência France Presse, surge em resposta à autorização de exploração do filme em França, concedida na quinta-feira pelo Centro Nacional de de Cinema e Imagem em Movimento (CNC).

O organismo francês atribuiu o "visto de exploração", que permite a exibição comercial da longa-metragem em salas de cinema, com a classificação "para todo o público".

"Este visto deve ser solicitado pelo produtor do filme, ou seja, aquele que tem a responsabilidade pelo financiamento e execução da obra", lê-se no comunicado do CNC, nomeando a produtora Kinology, com coprodutores espanhóis, belgas e portugueses (Ukbar Filmes).

Esta semana, o Tribunal de Paris tinha já decidido que o filme de Terry Gilliam pode ser exibido no encerramento do Festival de Cannes, no dia 19, com a condição de o festival comunicar publicamente que os direitos da longa-metragem continuam a pertencer à Alfama Films e ao produtor Paulo Branco.

'O homem que matou D. Quixote' está no centro de uma disputa legal que envolve o produtor português Paulo Branco, porque este chegou a assinar contrato para produzir o filme, em 2016, mas o processo saiu gorado.

Terry Gilliam pediu a anulação do contrato de produção com a produtora Alfama Films, de Paulo Branco, e seguiu a produção e rodagem do filme com outros produtores, mas, em 2017, o Tribunal de Grande Instância de Paris declarou que aquele contrato continua válido.

Em Portugal, onde a estreia deverá ser assegurada pela NOS, não há ainda data oficial anunciada.

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