Sete mil milhões de pessoas no Mundo; 1,96 milhões de pessoas com acesso à Internet; 1,2 milhões de pessoas com conta no Facebook. Os números são expressivos e mostram a grandeza do império criado há dez anos por Mark Zuckerberg: mais de 61% das pessoas com acesso à Internet têm perfil na rede social.
Aquele que já foi o The Facebook, é agora a maior rede social da história. Desde a introdução do botão ‘Like’, ao lançamento de uma aplicação móvel, passando pela compra milionária do Instagram (mil milhões de dólares) e pela entrada em bolsa, o Facebook deu ainda origem a um filme, embora não oficial.
Este social media é em grande parte responsável pela forma como as pessoas se encaram. Agora, não existem apenas os amigos, aqueles que convidamos para um jantar ou para um café, existem também os ‘amigos do Facebook’, os tais que colocam ‘gostos’ nas nossas publicações e cujos passos nós seguimos detalhadamente.
Embora continue a ser a rede social número um e todos os dias milhares de pessoas se aventurem nas suas ‘teias’, o Facebook tem enfrentado um substancial abandono de utilizadores jovens, faixa etária que há uma década era responsável pelo ‘sustento’ da plataforma. Ao todo, saíram já três milhões.
Zuckerberg revela estar atento às tendências e não esconde a possibilidade de a rede social sofrer algumas alterações em breve. As mudanças não são ainda conhecidas, mas a aposta reforçada nos dispositivos móveis é quase certa.