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Moedas acredita na vitória em 2019 apesar de "vaticínios catastrofistas"

O comissário europeu Carlos Moedas pediu hoje ao PSD que não se deixe "desmoralizar pelos vaticínios catastrofistas dos bem-pensantes", defendendo que a vitória está ao alcance em 2019.

Moedas acredita na vitória em 2019 apesar de "vaticínios catastrofistas"
Notícias ao Minuto

19:55 - 17/02/18 por Lusa

Política PSD

"Não nos deixemos desmoralizar pelos vaticínios catastrofistas dos bem-pensantes", pediu Carlos Moedas, perante o 37.º Congresso Nacional do PSD, no Centro de Congressos de Lisboa.

Numa intervenção em que evocou o Governo PSD/CDS-PP, Carlos Moedas enalteceu o papel de Pedro Passos Coelho, designadamente a sua postura na crise de julho de 2013, quando Paulo Portas anunciou a demissão do Governo, que o então primeiro-ministro não aceitou.

"Quando chegámos ao Governo em 2011, os bem-pensantes sabiam que tudo ia correr mal. Sabiam que mais cedo ou mais tarde, a coligação ia colapsar. Não colapsou. Sabiam que mais cedo ou mais tarde, íamos falhar uma avaliação da 'Troika'. Não falhámos", apontou.

"Sabiam que mesmo cumprindo não escaparíamos a um segundo programa. Escapamo-nos. Sabiam que apesar de termos evitado o segundo programa, íamos obviamente ter uma derrota esmagadora nas eleições. Ganhámos as eleições", acrescentou.

Também agora, defendeu Carlos Moedas, "os mesmos bem-pensantes vaticinam que Rui Rio vai perder as eleições de 2019".

"Estão mais uma vez enganados", declarou.

Ao introduzir um agradecimento público a Pedro Passos Coelho, Carlos Moedas recordou o dia 02 de julho de 2013: "Tudo parecia cair-nos em cima. Todos pensámos que era o fim. Só podia ser o fim".

"Fui ao seu gabinete em São Bento e no caminho pensei: pela primeira vez vou vê-lo irritado, derrotado, fora de si. Hoje, pensei, não pode estar calmo. Hoje não pode estar como sempre o conheci. Mas estava", contou.

Depois, "fez um discurso que ficará para a História, surpreendeu tudo e todos, estendeu uma mão conciliatória" e abriu caminho ao reforço do Governo.

"Melhorou a coligação e livrou-nos da 'Troika' menos de um ano depois", disse.

Antes da intervenção de Carlos Moedas, interveio José Matos Rosa, que se despede do cargo de secretário-geral, fazendo um discurso emocionado de elogio ao PSD enquanto "partido que emana das bases" e nos "militantes tem a sua força".

Dirigindo-se a Rui Rio, Matos Rosa comprometeu-se: "Tem aqui um soldado, um militante base, que estará ao seu lado, a lutar consigo".

Antes, António Leitão Amaro fez uma intervenção centrada na singularidade do "caminho reformista" do PSD.

"Nós hoje vivemos um tempo em que os portugueses até podem estar satisfeitos com o que têm, mas a nossa ambição é dar aos portugueses muito mais, como fez Sá Carneiro, Cavaco Silva, Passos Coelho, e agora fará Rui Rio", defendeu.

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