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BE: "Governo tem mais receita, mas impõe política de empobrecimento"

Mariana Mortágua defendeu que este Orçamento "não controla os preços" e "não toca nos lucros das empresas de energia".

BE: "Governo tem mais receita, mas impõe política de empobrecimento"

Esta segunda-feira, primeiro dia de debate do Orçamento do Estado na especialidade, Mariana Mortágua defendeu que o Governo não vai cumprir com as suas promessas e salientou que embora tenha "mais receita, revê o défice em baixa, mas impõe ao país uma política de empobrecimento".

O Bloco de Esquerda (BE) pretende um Orçamento que atualize salários, pensões e prestações e que proteja tanto o Serviço Nacional de Saúde como a Escola Pública.

De acordo com uma publicação no site esquerda.net, o Bloco divulgou que Mariana Mortágua julga que "há duas formas de responder à inflação". A seu ver, é necessário "controlar preços e lucros excessivos enquanto se protegem rendimentos" e "é não tocar nos preços e nos lucros excessivos enquanto os rendimentos se degradam".

Para o BE, este Orçamento não só "não controla os preços", como "não toca nos lucros das empresas de energia". A bloquista frisou que o Governo não atualiza salários, pensões, prestações, nem o salário mínimo nacional à inflação.

"Os salários e as pensões vão cair, a pobreza vai aumentar, o peso dos salários no PIB será menor", afirmou Mariana Mortágua, esclarecendo que "o Governo vai falhar todas as promessas que fez, porque vai impor uma política de empobrecimento ao país".

A deputada recordou que Fernando Medina disse, no Parlamento, que era necessária uma política de prudência, visto que não podemos viver acima das nossas possibilidades.

Nas redes sociais o Bloco partilhou que "1 em cada 10 trabalhadores está em situação de pobreza" e, na ótica do partido, com este Orçamento, "vamos assistir à maior transferência de rendimentos do trabalho para o capital". Como tal, o BE "propõe um aumento intercalar dos salários e o aumento imediato do salário mínimo em 30 euros".

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