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Candidato Vitorino Silva diz que é preciso "abraçar o clima"

O candidato presidencial Vitorino Silva criticou hoje o que considerou ser a inação do Presidente da República em relação às alterações climáticas, porque, apesar de gostar de ver "políticos a dar afetos", também é preciso "abraçar o clima".

Candidato Vitorino Silva diz que é preciso "abraçar o clima"
Notícias ao Minuto

20:19 - 21/01/21 por Lusa

Política Presidenciais

Ao penúltimo dia de campanha rumo a Belém, o recandidato Vitorino Silva continuou o périplo pelo digital e conversou ao final da tarde com o movimento Greve Climática Estudantil, através de um 'live' na rede social Instagram.

Vitorino Silva voltou as atenções para o atual Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, e para o que considerou ser a inação do chefe de Estado em relação às alterações climáticas nos últimos cinco anos.

"Gosto quando vejo políticos a dar afetos às pessoas, abraços e afetos, mas também temos de dar abraços às árvores, à água, à natureza", considerou o candidato que também é dirigente do RIR (Reagir, Incluir e Reciclar), acrescentando que também é necessário "abraçar a Terra, abraçar o clima" e "abraçar todos ao mesmo tempo".

O candidato popularmente conhecido como "Tino de Rans" foi mais longe e disse que faltou uma 'selfie' a Marcelo.

"Fiquei triste [quando vi que] ele tirou milhões de 'selfies' e não tirou uma 'selfie' com a [ativista] Greta Thunberg, que é uma voz mundial, que leva muita gente atrás, que conseguiu fazer mais pelo clima do que muitos políticos mundiais", vincou Vitorino Silva, que se demarcou desta postura por ser "um homem que ama a Terra".

"A Terra que encontrei em 1971 é a Terra que gostava que a minha filha tivesse encontrado", explicitou, acrescentando que os vários partidos políticos "estão de costas viradas para os jovens" e, por isso, não ouvem os que "interessam-se pelas causas".

Vitorino Silva também disse que se recandidatou este ano porque "andam aí uns infiltrados à boleia da democracia" e "é preciso dizer presente" para "defender a democracia".

No final da sessão 'online' ficou a promessa de juntar às manifestações pela defesa do clima, quando a pandemia o permitir. Quando soube que a adversária socialista Ana Gomes também iria estar à conversa com o movimento Greve Climática Estudantil, o candidato pediu para deixar uma mensagem: "Manda um beijinho à Ana Gomes, também gosto muito dela."

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para domingo e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral termina na sexta-feira. Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), o ex-militante do PS Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans e presidente do RIR - Reagir, Incluir, Reciclar, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

Leia Também: Vitorino Silva candidato "do povo" chegou aos eleitores à moda do século

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