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BE lembra necessidade de apoios sociais no atual contexto de crise

O coordenador do Bloco de Esquerda (BE) nos Açores, António Lima, lembrou hoje que, na atual crise pandémica, é necessário no mínimo manter os atuais apoios sociais a quem deles precisa, temendo políticas em sentido inverso do novo executivo regional.

BE lembra necessidade de apoios sociais no atual contexto de crise
Notícias ao Minuto

19:18 - 24/11/20 por Lusa

Política Açores

Aos jornalistas, comentando o discurso do novo presidente do Governo dos Açores, o social-democrata José Manuel Bolieiro, António Lima lembrou que este disse que não queria acrescentar uma "crise social à crise pandémica", mas deixa o alerta: "Uma das principais medidas escrita em alguns dos acordos [de viabilização do Governo] é precisamente a redução daquilo a que chamam subsidiodependência, que não são mais do que apoios sociais".

A "primeira grande análise" que será feita ao novo executivo açoriano será todavia com a apresentação do programa de Governo, que deverá acontecer depois a partir de 09 de dezembro.

O BE diz ainda temer que o novo executivo "aprofunde" um caminho que o anterior governo, do PS, já trilhava, de privatizações e "entrega de setores essenciais da região", como os transportes ou os portos, a privados.

O novo Governo Regional dos Açores, formado por PSD, CDS e PPM, e liderado pelo social-democrata José Manuel Bolieiro, tomou hoje posse perante a Assembleia Legislativa da região, na cidade da Horta.

A cerimónia arrancou cerca das 15:00 locais (16:00 em Lisboa) e teve como convidados, entre outros, o antigo presidente do Governo Regional Mota Amaral e o chefe do executivo cessante, Vasco Cordeiro.

Na semana passada tomaram já posse os novos 57 deputados eleitos nas eleições regionais de 25 de outubro, tendo também sido eleito o novo presidente da Assembleia Legislativa, o social-democrata Luís Garcia, da ilha do Faial.

Com a entrada em funções, o novo executivo tem agora 10 dias para entregar à Assembleia Legislativa o programa de Governo.

O PS venceu as eleições legislativas regionais, no dia 25 de outubro, mas perdeu a maioria absoluta que detinha há 20 anos, elegendo 25 deputados.

PSD, CDS-PP e PPM, que juntos representam 26 deputados, assinaram um acordo de governação. A coligação assinou ainda um acordo de incidência parlamentar com o Chega e o PSD um acordo de incidência parlamentar com o Iniciativa Liberal (IL).

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