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'Vira o disco e são sempre os mesmos'. Cotrim apela a mudança de "ritmo"

João Cotrim de Figueiredo apontou circunstâncias que ilustram o "conluio" entre PS e PSD nas últimas semanas.

'Vira o disco e são sempre os mesmos'. Cotrim apela a mudança de "ritmo"

'Vira o disco e são sempre os mesmos' é o novo mote do cartaz da Iniciativa Liberal. E a quem se refere o partido? "Ao PS e ao PSD". "A próxima vez que quiserem virar o disco, virem para o ritmo liberal", sugere João Cotrim de Figueiredo.

A pertinência da insistência "neste conluio, neste bloco central" nesta altura é justificada pelo deputado pelo facto de, nas últimas semanas, se terem assistido a "vários casos em que PS e PSD voltaram a juntar forças".

Para "os mais esquecidos", o líder da Iniciativa Liberal esclarece que essa ligação foi notória na "apresentação do Orçamento suplementar, na incrível nomeação de Mário Centeno para o Banco de Portugal", no fim "dos debates quinzenais no Parlamento e do escrutínio da atividade do Governo".

Passa ainda pela "eleição das CCDR através de uma coisa inacreditável baseada nos concelhos e nas câmaras municipais de cada região", e pela "inviabilização da audição de Costa e Silva para esclarecer aquele catálogo de medidas para resolver Portugal".

Tudo isto, justifica, "aconteceu durante as últimas semanas, e durante os últimos 20 anos também tivemos várias consequências negativas deste conluio entre PS e PSD".

Atira o parlamentar que "Portugal cresceu menos de 1% em média nos últimos 20 anos, ocupados exclusivamente no poder por PS e PSD. E se Portugal está na situação em que está, isso deve-se a esta rotatividade entre aqueles que são sempre os mesmos".

Já face à crise em que Portugal se vê imerso, "que é sanitária mas também económica e social, precisamos de tudo, menos das mesmas medidas do passado". Precisamos, insiste ainda, "de um Estado mais pequeno mas muito mais forte, capaz de estar com os serviços públicos e fiscalizar por exemplo os lares, a aplicação dos fundos europeus que aí vêm e que correm o risco de ir parar aos bolsos dos mesmos de sempre. Precisamos de menos impostos, menos burocracia e uma justiça mais rápida".

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