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  • 16 JUNHO 2019
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Livre quer pacto verde para Portugal enfrentar alterações climáticas

O cabeça de lista do Livre ao Parlamento Europeu (PE), Rui Tavares, considerou hoje que a criação de um pacto verde entre os países da União Europeia será essencial para ajudar Portugal a enfrentar as alterações climáticas.

Livre quer pacto verde para Portugal enfrentar alterações climáticas

Esta medida faz parte do conjunto de propostas defendidas pelo Livre no âmbito da natureza, clima e transição verde europeia e pressupõe que, através de um fundo, haja um plano de investimentos anual de 500 mil milhões de euros para a concretização de políticas ambientais.

Estas preocupações do Livre ficaram esta tarde expressas durante uma ação de campanha junto ao Instituto Superior Técnico de Lisboa, durante a qual elementos do partido, incluindo Rui Tavares, colou um cartaz interativo, no qual se apela para que não se deixe "que o planeta se torne uma realidade virtual".

Em declarações à agência Lusa, Rui Tavares afirmou que "é urgente que Portugal beneficie de fundos desta natureza para "poder fazer face às alterações climáticas e a suprir algumas deficiências a nível das infraestruturas.

"Nós temos edifícios que não estão isolados nem aquecidos eficientemente, o que significa que se passa mais frio no inverno nos edifícios em Portugal do que no resto da Europa, o que significa também que um país que vai estar muito sujeito às ondas de calor com as alterações climáticas exercerá uma grande pressão sobre o serviço nacional de saúde", argumentou.

Sobre a iniciativa desta tarde, o cabeça de lista do Livre explicou que se trata de disponibilizar um cartaz de realidade aumentada, que permite "comunicar de forma mais interativa".

O cartaz interativo do Livre permite que alguém, utilizando um telemóvel, possa consultar o programa do partido e mais explicações sobre a proposta do pacto verde.

"Um cartaz de realidade aumentada oferece mais do que um simples cartaz que tem um 'slogan', a maior parte das vezes, vazio. Mais do que uma política de slogans isto representa uma política de propostas", atestou.

Rui Tavares criticou, ainda, o facto de nesta campanha europeia se falar "pouco de Europa", considerando que tal deve implicar uma penalização".

"Não falar do futuro da Europa é um desperdício de uma oportunidade política para Portugal. Apelamos que no dia 26 os eleitores não premeiem uma campanha europeia", concluiu.

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