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Professores: Rio acusa Governo de "grande irresponsabilidade"

O líder do PSD não pode "fazer o que o Governo não está a fazer" para fechar a negociação dos professores mas, garante, estará sempre do lado da solução.

Professores: Rio acusa Governo de "grande irresponsabilidade"

Rui Rio, que esteve esta quarta-feira reunido com os sindicatos de professores, afirmou que “não há forma como fugir dos prejuízos que pode causar à sociedade”, neste caso aos alunos, nos períodos de avaliação, “se os professores entrarem numa revolta idêntica à que temos assistido noutros setores” (como está a acontecer em relação aos enfermeiros). 

Estas declarações ocorrem no dia em que a Fenprof revelou que os alunos do 12.º ano podem ficar sem aulas no 3.º período ou um ano sem avaliações finais. Estas são medidas propostas pelos professores caso o Governo não negoceie a recuperação do tempo de serviço este período.

O líder do principal partido da oposição considera, por isso, “uma grande irresponsabilidade o Governo não procurar fechar a negociação como a lei impõe no segundo período”.

Para Rui Rio, tal “não quer dizer que se feche a negociação de forma a que os professores fiquem todos contentes ou não fiquem todos contentes”. O que está em causa, reforça, é negociar-se “como a lei manda negociar”. E para lá disto, acrescentou, “mesmo que a lei não mandasse, acho que os sindicatos merecem o respeito todo para que haja negociação”.

Questionado sobre o que pode o PSD fazer para ajudar os sindicatos na sua luta, o líder do PSD referiu que a ajuda que o seu partido está a dar é “pressionar publicamente para que o Governo cumpra a lei” e sublinhou ainda que, apesar de não poder sentar-se na mesa das negociações, o PSD procurará estar sempre do lado da solução.

O PSD sempre foi ao longo da história fazendo parte da solução. Procuro estar sempre do lado da solução. Aqui, na medida em que possamos ser úteis, estamos do lado da solução. Agora, não compete a um partido da oposição sentar-se à mesa da negociação com os sindicatos e muito menos substituir-se aos sindicatos e fazer aquilo que o Governo não está a fazer”, atirou.

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