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"Bloco olha com alguma expectativa para o que se está a passar em Angola"

A coordenadora do BE, Catarina Martins, garantiu hoje que o partido se fará representar na visita de Estado do presidente angolano a Portugal, olhando "com expectativa" para o que se está a passar em Angola.

"Bloco olha com alguma expectativa para o que se está a passar em Angola"
Notícias ao Minuto

16:39 - 21/11/18 por Lusa

Política Catarina Martins

À margem de uma visita ao Alto Comissariado para as Migrações, em Lisboa, Catarina Martins foi questionada sobre a visita de Estado do Presidente de Angola a Portugal, que começa na quinta-feira e acaba sábado, e se o BE se fará representar.

"O Bloco de Esquerda far-se-á representar com esta expectativa que vos digo, que esperemos que se possa dar caminhos importantes tanto do ponto de vista da justiça, como do ponto de vista das liberdades", respondeu.

Segundo a líder bloquista, "o Bloco de Esquerda olha com alguma expectativa para o que se está a passar em Angola".

"Não são novidade as críticas que o Bloco tem feito, nomeadamente a nossa preocupação com uma elite económica que se move entre Portugal e Angola, que é corrupta e, portanto, é responsável pelo empobrecimento dos dois países", reiterou.

O BE tem, de acordo com Catarina Martins, "também muitas preocupações sobre as liberdades, a liberdade de imprensa, a liberdade de opinião, o pluralismo em Angola".

"Registamos que tem havido algumas alterações no comportamento do Governo angolano e olhamos com expectativa para o que possa vir, sempre preocupados com as questões de sempre, de combater a corrupção e o crime económico", afirmou.

Catarina Martins fez questão de lembrar que "em Angola a esmagadora maioria da população vive em pobreza severa", o que num país com tantos recursos "é claramente algo que deve afligir a todos".

"Lembramos também que as questões da pluralidade, da liberdade ainda não estão resolvidas, mas, como digo, olhamos com expectativa para o que se está a passar", recordou.

Falta "fazer muito", continuou a líder bloquista, reiterando o apoio à "luta do povo angolano pelo direito a um país desenvolvido, com capacidade, com democracia".

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