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"É possível ser fiel aos valores europeus e construir política de rigor"

O ex-ministro da Cultura, do atual governo socialista, João Soares, afirmou que Portugal, nos últimos dois anos, tem provado que pode ser fiel aos valores europeus e ao mesmo tempo "continuar a construir uma política de rigor".

"É possível ser fiel aos valores europeus e construir política de rigor"
Notícias ao Minuto

17:13 - 28/04/18 por Lusa

Política João Soares

"Portugal tem estado a dar um exemplo, que se pode ser fiel aos valores [europeus] e continuar a construir uma política de rigor, em termos daquilo que são as economias ocidentais e sobretudo da Europa", disse João Soares, aos jornalistas, à margem do evento "Nas Comemorações do 25 de abril, o dia que mudou Portugal e a Europa", no Clube Militar de Macau.

Segundo o ex-ministro, o bom exemplo português tem sido conseguido "graças ao governo do Partido Socialista".

O antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu ainda que, o 25 de abril "ainda hoje continua a ser uma grande lição, não apenas para Portugal, mas para a própria Europa", acentuando o facto de o projeto europeu estar "em risco nos últimos anos, por não ter sabido estar à altura das expectativas que criou".

Para o socialista, "a Europa precisa cada vez mais que esses valores sejam postos em vigor" e que, para tal, necessita de ser mais "solidária, em termos nacionais e em termos europeus".

Em relação a Macau, João Soares considerou ser "um ponto de encontro de tudo o que tem a ver com o universo lusófono e isso é particularmente gratificante".

"Macau tem dado passos muito significativos do ponto de vista da sua afirmação como uma grande plataforma", argumentou.

Perante os jornalistas, João Soares afirmou ainda que a China tem estado a "afirmar-se indiscutivelmente como uma grande potência no mundo", que "traz valores e estabilidade, independentemente das opções ideológicas que faça neste ou naquele ponto".

"A china é um fator de estabilidade e viu-se na crise das coreias, não tenho a menor dúvida que a China teve uma grande influência neste aproximar das duas coreias", afirmou João Soares, referindo-se ao acordo assinado, na sexta-feira, entre o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, na zona sul da linha que demarca os dois países no paralelo 38, que estipula uma nova era que ponha fim ao estado de guerra entre os dois países, desde o armistício assinado em 1953.

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