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Agentes da PSP acusados de furtos podem 'apanhar' 12 anos

O Ministério Público (MP) pediu hoje, no Tribunal de Coimbra, 12 anos e seis meses de prisão para os dois agentes da PSP acusados de 16 crimes de furto qualificado, na Lousã e em Miranda do Corvo.

Agentes da PSP acusados de furtos podem 'apanhar' 12 anos
Notícias ao Minuto

20:42 - 16/02/15 por Lusa

País Lousã

Durante as alegações finais, o Ministério Público (MP) pediu 12 anos e seis meses de prisão para cada um dos agentes, residentes na Lousã, pela alegada prática de 16 crimes de furto qualificado na forma consumada, um crime de furto na forma tentada, detenção de arma proibida e associação criminosa.

O Ministério Público pediu ainda 11 anos de prisão para o terceiro arguido, um trabalhador de uma empresa de segurança privada a residir em Miranda do Corvo, que acusa de 14 crimes de furto qualificado.

O procurador do MP sublinhou que a alegada prática dos crimes "não foi espontânea nem momentânea", mas sim perpetrada a partir de "uma estrutura organizada".

Havia "esquemas de decisão previamente montados", em conjunto com um quarto indivíduo, comerciante de metais e pedras preciosas, que alegadamente derretia e vendia o ouro e que entretanto faleceu, apontou.

Os três homens são acusados de furto qualificado em coautoria em várias moradias na Lousã e em Miranda do Corvo, entre 2012 e 2013.

Após a detenção de um dos polícias, a 14 de setembro de 2013, que confessou oito dos 16 furtos de que era acusado, foram detidos os outros dois arguidos.

A advogada desse mesmo polícia frisou que o MP "ficciona a presença do arguido" em locais de crimes que este não confessou, considerando também que a acusação está alicerçada em bens apreendidos em casa do agente da PSP, quando "não se pode provar que estes foram furtados".

A defesa salientou ainda a colaboração do agente ao longo do processo.

O advogado de defesa do outro membro da PSP criticou a investigação da Polícia Judiciária, feita "com alvos pré-definidos", e as alegações do Ministério Público, que "ultrapassa os limites" da fantasia.

"Não há uma prova direta" e a acusação foi feita "por osmose", sustentou, pedindo a absolvição do seu cliente.

Também o advogado do segurança defendeu a inocência do arguido, sublinhando que "não foi encontrado nenhum objeto furtado" na sua residência.

Para a defesa, a acusação é "feita com base em especulações", pedindo a absolvição do segurança.

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