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Atenção, caravelas portuguesas continuam a invadir praias

IPMA deixa alerta e recomendações caso entre em contacto com estes organismos gelatinosos urticantes que podem provocar graves queimaduras.

Atenção, caravelas portuguesas continuam a invadir praias
Notícias ao Minuto

18:28 - 13/07/19 por Natacha Nunes Costa 

País Caravela portuguesa

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) deixou, no site oficial, um alerta à população que dá conta que as caravelas portuguesas continuam a invadir as praias de Portugal continental e arquipélagos dos Açores e da Madeira e que é preciso ter alguns cuidados.

De acordo com o IPMA, continuam a ser avistadas nas praias tanto caravelas portuguesas,  um organismo gelatinoso urticante que pode provocar graves queimaduras, como ‘velella velella’, outro organismo da mesma espécie, mas menos perigoso.

Este é um fenómeno que ocorre “anualmente motivado por condições oceanográficas e ambientais”, contudo, o ano de 2019 tem sido caracterizado por um período mais longo e intenso de “arrojamento destas espécies detetadas desde o final de janeiro”, explicam no site oficial do instituto.

Apesar de continuar a receber relatos da presença de caravelas portuguesas, dados do Gelavista, um programa criado pelo IPMA que permite à população e a outras entidades reportar o avistamento de qualquer espécie de organismos gelatinosos nas águas portuguesas, revelam que “a abundância destes organismos é já menor do que no final de maio e início de junho” e é previsível que a presença das caravelas vá diminuindo gradualmente ao longo do tempo.

No mês de julho foram reportados avistamentos de caravelas portuguesas nas seguintes praias:

- Praia da Areia Branca, Praia da Peralta e Praia de Porto Dinheiro, na Lourinhã

- Praia de São Lourenço, na Mafra

- Praia do Giribeto, em Sintra

- Praia de Carcavelos, em Oeiras

- Praia da Amoreira, em Aljezur

- Praia de Faro

- Praia da Gambôa, em Peniche - Praia do Varadouro, no Faial

- Praia das Milícias, em São Miguel

- Praia da Silveira, Zona Balnear das Cinco Ribeiras e Serretinha, na Terceira

- Cais da Calheta, na Graciosa

Já os organismos ‘velella velella’, que na maioria dos casos não representa perigo para os banhistas, foram avistados em:

- Catanhede (Praia da Tocha e Praia de Mira)

- Lourinhã (Praia da Areia Branca, Praia do Areal e Praia da Peralta)

- Mafra (Praia de São Lourenço e Praia da Calada)

- Ericeira (Praia da Foz do Lizandro, Praia do Sul, Praia do Algodio e Praia de Ribeira de Ilhas)

- Sintra (Praia do Giribeto, Praia da Cresmina e Praia da Samarra)

- Costa da Caparica (Praia da Princesa)

- Tróia (Praia Grande)

Cuidados a ter caso entre em contacto com caravelas portuguesas

Se tiver algum contacto com as caravelas portuguesas, o IPMA recomenda que lave a zona afetada com água do mar, mas sem esfregar, remova os tentáculos que ainda permaneçam na pele com uma pinça, aplique vinagre e bandas quentes e, se necessário, consulte assistência médica.

Se quiser contribuir para o programa GelAvista, sempre que avistar um destes organismos, pode enviar fotos e informação para: [email protected]

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