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Avião aterra de emergência em Faro escoltado pela Força Aérea

Incidente ocorreu ao final da manhã desta segunda-feira, menos de 24 horas depois do sucedido com o avião da Air Astana que descolou, no domingo, de Alverca. O ministro Gomes Cravinho deixou, no Twiiter, uma palavra de reconhecimento à Força Aérea Portuguesa (FAP).

Avião aterra de emergência em Faro escoltado pela Força Aérea

Depois de os caças F-16 terem acompanhado a situação de emergência vivida, no domingo à tarde, por um avião da companhia aérea Air Astana, do Cazaquistão, a Força Aérea faz saber que essa não foi a única situação do género detetada num período inferior a 24 horas.

A patrulha F-16M, em alerta permanente na Base Aérea nº 5, em Monte Real, foi mobilizada, esta segunda-feira de manhã, para “assistir” um avião da Transavia que “declarou emergência após descolar do Funchal”.

O aparelho da companhia aérea holandesa, que transportava 149 passageiros, tinha como destino Amesterdão e comunicou problemas de pressurização, tendo divergido e aterrado “em segurança” no aeroporto de Faro pelas 12h51, enquanto era escoltado pelos caças da Força Aérea. 

Esta foi a segunda vez em menos de 24 horas que a Força Aérea ativou a parelha de F-16 em alerta permanente na Base Aérea n.5, em Monte Real, para escoltar uma aeronave civil em dificuldades.

Na sua conta na rede social Twitter, o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, salientou a prontidão da FAP: "É muito raro ter 2 emergências em 2 dias, mas a FAP estava preparada", escreveu.

No domingo, recorde-se, o avião da Air Astana, que descolou de Alverca às 13h21 e que declarou emergência, esteve algum tempo a sobrevoar a região a norte de Lisboa e o Alentejo, numa trajetória irregular, antes de ter sido tomada a decisão de o Embraer da companhia do Cazaquistão aterrar no aeroporto de Beja, o que aconteceu às 15:28, à terceira tentativa.

Uma fonte aeronáutica já tinha avançado à Lusa que o avião tinha sofrido uma "falha crítica nos sistemas de navegação e de controlo de voo". O voo KZR 1388 tinha como destino Minsk, capital da Bielorrúsia.

Segundo a mesma fonte, o avião esteve a fazer manutenção nas oficinas da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal. Durante a emergência, as autoridades chegaram a equacionar a possibilidade de a aeronave fazer uma amaragem no rio Tejo, mas as condições atmosféricas não o permitiram.

A mesma fonte disse à Lusa que o piloto foi recuperando com o tempo alguns dos instrumentos que tinham avariado, o que lhe permitiu aterrar em Beja e em segrança.

[Notícia atualizada às 14h02]

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