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Protestos contra H&M acabam em lojas vandalizadas

A multinacional sueca tem estado debaixo de fogo devido a uma peça de roupa, tal como a respetiva campanha publicitária, que foi considerada ofensiva e racista por muitas pessoas.

Notícias ao Minuto

08:19 - 14/01/18 por Patrícia Martins Carvalho

Mundo África do Sul

A H&M está a ser acusada de racismo e discriminação devido a uma campanha publicitária da sua nova coleção de roupa. Em causa, uma camisola onde se lia ‘o macaco mais fixe da selva’ e que, na campanha publicitária, era vestida por um menino negro.

Rapidamente as redes sociais se inflamaram, tendo levado a empresa sueca a retirar o anúncio das lojas, tal como a camisola em causa.

No entanto, tal não foi suficiente para acalmar os ânimos. Vários vídeos captados este sábado na África do Sul mostram um grupo de ativistas a protestarem junto a seis lojas da H&M na província de Gauteng, centro económico de Joanesburgo.

Nas imagens vê-se um protesto pacífico com cânticos e até alguns passos de dança. Porém, noutro vídeo, vê-se também um elemento do grupo dentro de uma loja a destruir o seu interior, atirando a roupa ao chão e partindo manequins, o que obrigou à intervenção policial.

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