Pai do piloto que "amava a aviação" sobreviveu a um acidente de aviação

Miguel Quiroga é uma das 71 vitimas mortais em queda de avião.

© Reuters
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Era o boliviano Miguel Quiroga quem estava aos comandos do avião da LaMia Airlines que, na madrugada da última terça-feira, fazia a viagem entre Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e Medellín, na Colômbia.

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O avião levava a equipa de futebol Chapecoense a caminho da final mais importante da história do clube de futebol. 71 pessoas morreram, entre elementos da equipa, jornalistas e membros da tripulação. Uma das vítimas é o piloto Miguel Quiroga.

Miguel era da Bolívia mas vivia com a mulher e três filhos no Brasil. Estava até a caminho de pedir a nacionalidade brasileira.

Milena Quiroga, prima do piloto, fala num “momento muito triste” mas também num homem que “amava a aviação”.

A paixão vinha desde muito cedo, isto apesar de o próprio pai de Miguel quase ter perdido a vida num acidente de aviação, era Miguel ainda bebé, como recorda a Globo, que cita a prima do piloto.

"Ele [Eduardo Quiroga, pai do piloto] sobreviveu a um acidente aéreo quando o Miguel ainda era muito bebé, mas ele sempre quis seguir esta carreira. Entrou para a Aeronáutica para se tornar piloto e tornou-se piloto comercial para ter melhores condições de vida. Se ele passava três meses fora em viagens, voltava e ficava em casa com os filhos, levava a família a passear, eram o tesouro dele", conta Milena.

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