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  • 27 JANEIRO 2022
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Frigoríficos vazios de uma Venezuela sem eletricidade

A subida do preço dos bens essenciais e as escassez de produtos nas lojas estão a obrigar os venezuelanos a comer menos.

Os venezuelanos estão a sofrer carências alimentares devido à crise no abastecimento e subida de preços decorrentes da crise de energia que está a afetar o país.

Numa reportagem fotográfica hoje publicada a Reuters mostra-nos um conjunto de famílias e aquilo que lhes resta nos frigoríficos e despensas para comer.

Por ordem de Nicolás Maduro, os serviços públicos do país estão agora parados às quartas, quintas e sextas-feiras para poupar energia elétrica.

O racionamento do fornecimento de eletricidade originou protestos em diversas localidades do país tendo havido tentativas de pilhagem de estabelecimentos comerciais e restaurantes em alguns locais.

Os manifestantes queixam-se de que os cortes de energia são contínuos e que duram muito mais tempo do que as quatro horas diárias estipuladas pelo Executivo para poupar eletricidade e reduzir a descida do nível de água das barragens, na sequência da seca que atinge o país.

A 25 de abril, a Venezuela implementou um novo plano de racionamento de energia elétrica, que passa também pelo corte de fornecimento doméstico, durante quatro horas diárias ao longo de 40 dias.

O novo plano de racionamento poderá prolongar-se até que se recupere o  nível da principal barragem do país (El Guri) ou até começar a época das chuvas.

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