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General da polícia somali morto por engenho explosivo

Um general da polícia somali foi morto por um engenho explosivo a cerca de 30 quilómetros de Mogadíscio numa operação contra os extremistas do Al-Shebab, anunciaram hoje o primeiro-ministro e o porta-voz da polícia.

General da polícia somali morto por engenho explosivo

O general Farhan Mohamud Adan foi morto pela detonação de um engenho explosivo perto da aldeia de Basra, controlada pelo Al-Shebab.

O militar, que liderava o comando central da polícia de Mogadíscio, tinha realizado diversas operações contra o grupo extremista.

"Que Deus aceite o martírio do general Farhan Mohamud Adan (...) implicado na libertação da região de Bas Shabele e mais particularmente da aldeia de Basra", escreveu em comunicado o primeiro-ministro, Hamza Abdi Barre.

Vários membros das forças especiais foram também mortos na explosão, afirmou o porta-voz da polícia somali, o coronel Sadik Dudishe, sem dar números precisos.

"Os terroristas desesperados não nos desviarão jamais do nosso objetivo de garantir a segurança no nosso país e de os eliminar", afirmou.

Os islamistas radicais do Al-Shebab estão ligados à Al-Qaida e combatem o governo somali há 15 anos.

No início de setembro, pelo menos 19 civis foram mortos no centro do país pelo grupo.

Duas semanas antes, os extremistas tinham lançado um ataque contra o Hotel Hayat de Mogadíscio, fazendo pelo menos 21 mortos e 117 feridos, num assalto que durou cerca de 30 horas.

Desde que foi eleito, em 15 de maio, o Presidente Hassan Sheikh Mohamoud enfrentou um agravamento da atividade do Al-Shebab, que prometeu erradicar através de uma "guerra total".

Além do extremismo, o Governo enfrenta também a fome provocada pela seca mais grave dos últimos 40 anos na Somália.

Na semana passada, as forças armadas norte-americanas anunciaram a morte de 27 membros suspeitos do Al-Shebab num bombardeamento em apoio ao exército somali, nos arredores de Bulobarde, uma cidade na região central de Hiran, na Somália.

Leia Também: Nobel alternativo para ativistas de Somália, Ucrânia, Venezuela e Uganda

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