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Macron e Biden falam hoje sobre crise dos submarinos

Os Presidentes francês e norte-americano, Emmanuel Macron e Joe Biden, respetivamente, vão conversar hoje sobre a crise desencadeada entre Washington e Paris após a quebra de um acordo prévio entre a Austrália e França para compra de submarinos.

Macron e Biden falam hoje sobre crise dos submarinos
Notícias ao Minuto

14:25 - 22/09/21 por Lusa

Mundo Crise dos submarinos

A conversa entre os dois chefes de Estado, que será realizada via telefone, foi confirmada pelo porta-voz do Governo francês, Gabriel Attal, que não precisou a que horas a reunião entre Macron e Biden irá ocorrer.

A conversa será "uma troca de esclarecimentos" para "clarificar as condições sob as quais o anúncio [do passado dia 15] foi feito e para clarificar também as condições de um novo empenho norte-americano numa relação de aliados", indicou Gabriel Attal, após uma reunião do Conselho de Ministros.

Os Estados Unidos, Austrália e Reino Unido anunciaram, na passada quarta-feira, um pacto de defesa destinado a conter as ações da República Popular da China na região do Indo-Pacífico.

Intitulado de AUKUS (iniciais em inglês dos três países anglo-saxónicos), o pacto tem como objetivo reforçar a cooperação trilateral em tecnologias avançadas de defesa, como a Inteligência Artificial, sistemas submarinos e vigilância em longa distância.

Uma primeira consequência do pacto foi o cancelamento, por Camberra, de um contrato com Paris para o fornecimento de submarinos convencionais e o anúncio da intenção de adquirir submarinos com propulsão nuclear com tecnologia norte-americana, o que gerou protestos e críticas por parte das autoridades francesas, de vários aliados europeus e da Comissão Europeia.

França tinha um contrato para a entrega à Austrália de 12 submarinos com propulsão convencional no valor de 56 mil milhões de euros.

Ainda a propósito da conversa de hoje, a Presidência francesa (Eliseu) indicou que Macron espera que Biden explique porque é que os Estados Unidos "mantiveram um aliado europeu à margem dos intercâmbios estruturais sobre uma cooperação no Indo-Pacífico".

Leia Também: Crise dos submarinos é "alerta" para a UE

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