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Ataque de rebeldes com missil mata pelo menos 25 soldados no Iémen

Um ataque com um míssil lançado hoje por rebeldes no Iémen contra um quartel das forças armadas iemenitas fez pelo menos 25 mortos, segundo fontes oficiais, citadas pela agência Associated Press.

Ataque de rebeldes com missil mata pelo menos 25 soldados no Iémen
Notícias ao Minuto

22:04 - 18/01/20 por Lusa

Mundo Iémen

O ataque na província central de Marib feriu ainda uma dezena de militares. O balanço do número de mortos poderá ainda subir, de acordo com as mesmas fontes, uma vez que vários feridos com queimaduras graves foram enviados para os hospitais. Marib fica a cerca de 115 quilómetros da capital iemenita, Sana.

As fontes citadas pela AP falaram sob condição de anonimato.

O ataque dos rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão, ao campo de treino militar é o último de uma série de assaltos levados a cabo nos últimos dias contra as forças governamentais, apoiadas pela Arábia Saudita, e que se saldavam até agora num total de 22 mortes em ambos os lados.

Estes confrontos são expressão de uma importante escalada das tensões na região a leste da capital depois de meses de relativa acalmia.

Hoje também, os combatentes Huthis e as forças do governo trocaram fogo de artilharia a sul do porto de Hodeida, matando pelo menos sete pessoas, incluindo dois civis, segundo Wadah Dobish, o porta-voz das forças governamentais na costa ocidental iemenita.

A mesma fonte deu conta de que zonas residenciais foram apanhadas pelo fogo cruzado indiscriminado de morteiros.

O reinício dos combates viola um acordo de cessar-fogo patrocinado pelas Nações Unidas para o porto estratégico situado na cidade costeira de Hodeida, a principal porta de entrada da ajuda humanitária e alimentação no Iémen.

Os Huthis mantiveram o controlo de Sana e uma grande parte do território iemenita no norte do país na sequência do golpe que depôs o Presidente Rabbu Mansour Hadi, em 2014.

O conflito tornou-se então numa guerra por procuração meses mais tarde, quando uma coligação liderada pela Arábia Saudita interveio para repelir os Huthis da capital iemenita e restaurar o governo reconhecido internacionalmente.

A guerra no país mais pobre do mundo árabe matou já mais de 10 mil pessoas e força a deslocação de mais de três milhões, arrastando o país para o limiar da fome severa.

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