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O dia a dia de um bombeiro que salva humanos de cobras... e vice-versa

Em 16 anos, Pinyo Pukpinyo capturou e tratou cerca de 1dez mil cobras.

Banguecoque, capital da Tailândia, é uma das mais movimentadas cidades da Ásia, com arranha-céus em destaque.

Mas a cidade não está imune à natureza e, por vezes, a vida urbana e o mundo animal cruzam-se.

Quando há uma chamada para os bombeiros sobre cobras, é provável que alguém do lado de lá chame Pinyo Pukpinyo.

O bombeiro Pinyo Pukpinyo anda há 16 anos a recolher cobras nos mais inadvertidos lugares em Banguecoque. Por vezes são as pessoas que estão em risco, por vezes é um simples caso de espécies (humanos e cobras) que preferem evitar-se.

Em certas alturas, é mesmo a cobra a precisar de ajuda, como quando uma pitão fica presa numa argola de plástico.

A Reuters acompanhou Pinyo Pukpinyo no seu trabalho, que já o terá levado a recolher cerca de dez mil cobras.

Os acidentes também acontecem - e alertamos para a violência de uma das imagens que pode ver acima, que mostra uma mordidela de uma perigosa cobra-real num dedo de Pinyo Pukpinyo. Ainda assim, no geral, o seu trabalho é uma forma de prevenir tragédias maiores e evitar mortes desnecessárias destes temidos répteis. 

Depois de as resgatar, é no quartel dos bombeiros que as mais variadas espécies de cobras são tratadas por Pinyo Pukpinyo, uma espécie de 'anjo das cobras'.

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