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Família em risco de perder a casa depois de salvar porco de abate

Vegans estão entre a espada e a parede. Ou perdem a casa ou entregam o porco.

Família em risco de perder a casa depois de salvar porco de abate
Notícias ao Minuto

16:02 - 13/04/19 por Natacha Nunes Costa 

Mundo Reino Unido

Uma família vegan do Reino Unido está em risco de perder a casa depois de terem salvo um porco do abate há cerca de dois meses.

Georgie Williams, uma ativista de 47 anos, contou ao jornal Metro toda a história. A família encontrou Arlo numa quinta de criadores de porcos “horríveis”. Quando viram as condições onde os animais viviam decidiram comprar o porco para que este não vivesse em sofrimento e não fosse mais tarde abatido.

Conta a matriarca da família, que o animal estava “petrificado” e em choque quando o adotaram, mas que hoje é muito feliz.

“Ele está tão feliz connosco. Ele vive de abraços e de comida. Dorme ao meu lado todas as noites. É como um cão ou um gato”, revela.

No entanto, não foi só a Arlo que saiu a sorte grande. Georgie garante que o porco também a salvou tornando-se num “animal terapia”.

A britânica sofre de um transtorno de personalidade e de stress pós-traumático e já se tentou suicidar várias vezes, mas desde que adotou Arlo, e que este “se tornou parte da família”, os seus níveis de ansiedade reduziram muito.

Contudo, a felicidade da família Williams foi assombrada, recentemente, por um vizinho que decidiu apresentar queixa pela presença do porco no bairro residencial.

Perante a denúncia, as autoridades dirigiram-se a casa da família e deram a Georgie até dia 22 de abril para se livrar de Arlo, caso contrário, arriscam-se a perder a casa onde vivem há seis anos e onde garantem serem muito felizes.

Por essa razão, a filha de Georgie, Teddi, de 16 anos, decidiu criar uma petição online para impedir que o ‘porco de estimação’ seja retirado da família.

A campanha já tem mais de mil assinaturas o que fez com que Georgie tenha recuperado a sua “fé na humanidade”.

Já as autoridades, de acordo com o jornal Metro, garantem que a presença de um porco neste tipo de propriedades consiste numa violação do arrendamento”.

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