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Défice até outubro caiu para menos de metade. Impostos foram cruciais

A Direção-Geral do Orçamento divulgou esta sexta-feira os dados financeiros do Estado entre janeiro e outubro, com sinais bastante positivos.

Défice até outubro caiu para menos de metade. Impostos foram cruciais
Notícias ao Minuto

15:28 - 24/11/17 por Bruno Mourão

Economia DGO

Os cofres do Estado continuam a ter saldo negativo, mas o equilíbrio entre receitas e despesas é mais favorável do que no ano passado.

"O défice das Administrações Públicas até outubro foi de 1.838 milhões de euros, traduzindo uma melhoria de 2.664 milhões de euros face a 2016, para a qual contribuíram o aumento da receita de 4,2% e a estabilização da despesa", revela o Ministério das Finanças no destaque enviado para as redações com os dados mais recentes da Execução Orçamental.

Olhando apenas para as receitas e despesas primárias - sem contar com juros - Portugal conseguiu ter um excedente de 5.762 milhões de euros, mais 2.765 milhões do que no mesmo período do ano passado.

Para a melhoria do saldo geral, o Fisco acabou por dar uma contribuição preciosa, com o IVA e o IRC a registarem um aumento impressionante: mais 7,7% e mais 20,9% de receita, respetivamente. "A receita com as retenções na fonte de IRS cresceu 4%, traduzindo o bom momento do mercado de trabalho, também visível no crescimento de 6,6% das contribuições para a Segurança Social", acrescentam ainda as Finanças.

Do lado da despesa, houve uma variação bastante menor, com o Governo a falar de uma "estabilização".

"A despesa primária das Administrações Públicas reduziu-se em 0,2% face a 2016. Corrigida do perfil do pagamento do subsídio de Natal nos salários e pensões, a despesa teria crescido 1,7%. Destaca-se o acréscimo de 27,7% no investimento (excluindo PPPs), bem como a aposta continuada no setor da Saúde. A despesa do Serviço Nacional de Saúde cresceu 4,5%."

A tendência mais negativa regista-se nos pagamentos em atraso, que "registaram um acréscimo de 103 milhões de euros face a igual período de 2016", com o Ministério das Finanças a antecipar " uma redução significativa até ao final do ano".

[Notícia atualizada às 16h00]

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